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Inflação pelo IPC-S subiu 0,65% na terceira quadrissemana de maio de 2026

Publicado 25/05/2026 • 09:03 | Atualizado há 46 minutos

KEY POINTS

  • O IPC-S desacelerou para 0,65% na terceira quadrissemana de maio, após registrar avanço de 0,66% na leitura anterior e de 0,75% na primeira quadrissemana do mês.
  • Com o resultado, o indicador acumula alta de 4,16% nos últimos 12 meses.
  • Entre os oito grupos que compõem o índice, três apresentaram desaceleração no período: Transportes; Saúde e Cuidados Pessoais e Educação, Leitura e Recreação.
IPC-S é divulgado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

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IPC-S é divulgado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S), divulgado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), desacelerou para 0,65% na terceira quadrissemana de maio, após registrar avanço de 0,66% na leitura anterior e de 0,75% na primeira quadrissemana do mês. Com o resultado, o indicador acumula alta de 4,16% nos últimos 12 meses.

Entre os oito grupos que compõem o índice, três apresentaram desaceleração no período: Transportes, cuja variação passou de -0,15% para -0,46%; Saúde e Cuidados Pessoais, de 0,87% para 0,62%; e Educação, Leitura e Recreação, de 0,30% para 0,22%.

Por outro lado, alguns grupos ganharam força e pressionaram o indicador para cima. Foi o caso de Habitação, que avançou de 0,85% para 1,02%; Vestuário, de 0,09% para 0,61%; Despesas Diversas, de 0,88% para 1,34%; e Alimentação, que acelerou de 1,35% para 1,44%. O grupo Comunicação, por sua vez, manteve a mesma taxa de variação de 0,06%.

Leia também: Inflação acelera em quatro das sete capitais pesquisadas pelo IPC-S

Outras influências

Entre os itens que mais contribuíram para aliviar a pressão sobre o índice, destacaram-se a queda dos preços da gasolina, que passou de -0,53% para -1,39%, do etanol, de -3,39% para -5,42%, do café em pó, de -2,28% para -2,93%, do transporte por aplicativo, de -3,24% para -5,07%, e do desodorante, de -1,97% para -2,61%.

Leia também: IPC-S desacelera em quatro capitais na segunda quadrissemana de dezembro

Na direção oposta, os principais fatores de alta vieram da tarifa de energia elétrica residencial, cuja variação avançou de 2,23% para 3,14%, além do leite longa vida, que apesar de desacelerar de 12,20% para 10,63%, continuou pressionando o índice. Também contribuíram para a alta os serviços bancários, que passaram de 1,57% para 2,35%, a batata-inglesa, de 19,05% para 32,89%, e o tomate, que acelerou de 7,79% para 11,34%.

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O IPC-S mede a variação semanal dos preços de bens e serviços consumidos pelas famílias brasileiras. O índice acompanha itens como alimentação, habitação, transporte, saúde, educação e vestuário, permitindo avaliar o comportamento da inflação de forma mais rápida e frequente do que outros indicadores mensais.

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