Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Ministério da Fazenda aposta em corte prolongado de juros após redução histórica do déficit
Publicado 29/01/2026 • 11:52 | Atualizado há 6 meses
Lucro da SoftBank supera expectativas com ajuda da Intel; OpenAI perde protagonismo
EUA estão prontos para retomar “compromissos”, diz Irã, após Trump sinalizar que acordo está próximo
Lucro e receita da Nintendo superam estimativas no 1º trimestre fiscal, apesar da queda nas vendas do Switch 2
Forças ucranianas atingem uma das maiores refinarias de petróleo da Rússia com drones de longo alcance
SpaceX intensificou compras da bateria Tesla Megapack no segundo trimestre para alimentar seus data centers de IA
Publicado 29/01/2026 • 11:52 | Atualizado há 6 meses
KEY POINTS
Em entrevista nesta quinta-feira (29), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que o governo trabalha com uma nova meta fiscal para 2026, após reduzir de forma expressiva o rombo das contas públicas herdado da gestão anterior.
Segundo Haddad, o atual governo recebeu um déficit equivalente a 1,6% do PIB, considerando a proposta orçamentária enviada ao Congresso, além de fatores como o calote de precatórios e o reajuste do Bolsa Família que não estavam previstos.
No ano passado, o resultado primário foi negativo em 0,48% do PIB, o que representa uma redução de cerca de 70% do déficit público.
“Isso foi possível por contenção de despesas e por cortes em benefícios fiscais, subsídios e renúncias tributárias que favoreciam grandes empresas sem justificativa econômica”, afirmou.
Haddad destacou que o objetivo agora é continuar a reconstrução das contas públicas, em curso desde 2023, para garantir um ciclo sustentável de queda dos juros e estabilização da dívida pública.
Segundo ele, o alinhamento entre política fiscal e monetária pode abrir espaço para um ciclo prolongado de cortes na taxa básica, impulsionando crescimento econômico e reduzindo a pressão sobre a dívida — como ocorreu nos dois primeiros mandatos do presidente Lula, quando o endividamento caiu de mais de 60% para menos de 40% do PIB.
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCO ministro também afirmou que a inflação acumulada em quatro anos deverá ser a menor da história do Brasil, reforçando o que chamou de um “ciclo virtuoso” marcado por desemprego em queda, inflação controlada e flexibilização monetária.
Questionado sobre a taxa Selic, Haddad disse que o mercado estava dividido quanto ao momento ideal para o início dos cortes, mas considerou positiva a sinalização do Banco Central. “O importante é que o ciclo de queda vai começar”, afirmou.
Sobre a CPI do INSS e o caso envolvendo o Banco Master, Haddad reforçou que o governo determinou total autonomia à Polícia Federal, ao Ministério Público, ao Banco Central e ao Supremo Tribunal Federal para apurar irregularidades.
Ele rejeitou tentativas de politização das investigações e afirmou que o foco deve ser a individualização de responsabilidades. “Se houve crime, é preciso identificar o CPF e punir. Isso fortalece as instituições”, declarou.
O ministro também confirmou que deve deixar o comando da Fazenda em fevereiro, mas disse não ter decidido se disputará o governo de São Paulo em 2026.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
Vazamento do iPhone 18 revela bastidores da estratégia global da Apple
2
Foguete da SpaceX colide com a Lua e deixa cratera na superfície; entenda o impacto
3
Ex-ministro e chefe do SBT News, Fábio Faria vendeu projeto a Vorcaro por R$ 67,5 milhões
4
Lotomania acumula e sorteia prêmio de R$ 7 milhões nesta quarta-feira (5)
5
Três gigantes aparecem como favoritas na compra da Prudential Brasil