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Sétima fase da Compliance Zero investiga perito federal por vazamento de sigilo
Publicado 19/05/2026 • 10:50 | Atualizado há 1 mês
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Publicado 19/05/2026 • 10:50 | Atualizado há 1 mês
KEY POINTS
Foto: Polícia Federal / Divulgação
O que está por trás da nova fase do caso que envolve o Banco Master?
A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (19), a sétima fase da Operação Compliance Zero com um alvo diferente de todas as anteriores: um agente dentro da própria instituição. Um perito criminal federal foi suspenso do cargo e teve sua residência alvo de mandado de busca e apreensão por suspeita de ter vazado informações sigilosas da investigação para um jornalista.
A autorização para a operação partiu do Supremo Tribunal Federal. O ministro André Mendonça, relator do caso, acolheu representação formulada pela própria PF e determinou o cumprimento de dois mandados de busca e apreensão, além de medidas cautelares diversas da prisão.
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Segundo a PF, o perito investigado teria repassado a um jornalista dados obtidos a partir da análise de material apreendido em fases anteriores da Compliance Zero. As informações seriam sigilosas e estariam relacionadas a fatos ocorridos no início das investigações.
O STF deixou claro, em nota, que as diligências têm natureza específica e instrumental. O objetivo é preservar a investigação, evitar eventual reiteração do crime e coletar provas ainda pendentes. A Corte também ressaltou que as medidas não implicam qualquer direcionamento investigativo contra jornalistas ou veículos de imprensa, permanecendo preservadas a liberdade de atuação jornalística e a garantia constitucional do sigilo da fonte.
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A Operação Compliance Zero investiga suspeitas de fraudes financeiras envolvendo o Banco Master e seu presidente, Daniel Vorcaro. As fases anteriores da operação miraram alvos externos à PF, tornando esta sétima fase um desdobramento inédito, com foco em conduta de um agente público que, em tese, teria violado o dever funcional de resguardar informações sigilosas.
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