CNBC

CNBCOpenAI projeta abertura de capital em 2027, afirma diretora financeira

Operações da PF

Da primeira fase à nova operação: a cronologia do caso Rent a Car

Publicado 03/07/2026 • 21:00 | Atualizado há 2 meses

KEY POINTS

  • O objetivo é reunir novas provas sobre suspeitas de peculato, lavagem de dinheiro, fraude processual e organização criminosa.
  • As medidas, autorizadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF), foram cumpridas no Distrito Federal, em Goiás e em Minas Gerais.
  • A investigação passou a analisar a movimentação financeira dos envolvidos e a destinação do dinheiro recebido pela empresa.
compliance zero

Foto: Polícia Federal / Divulgação

EM EDIÇÃO Da primeira fase à nova operação: a cronologia do caso Rent a Car

A Polícia Federal realizou, na última quarta-feira (1º), a 3ª fase da Operação Rent a Car, batizada de Operação Galho Fraco II, para aprofundar as investigações sobre um suposto esquema de desvio de recursos da Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar (CEAP).

De acordo com a Agência Brasil, a Operação Rent a Car teve início em 2024 após a Polícia Federal identificar indícios de irregularidades na contratação de uma empresa de locação de veículos que recebia recursos da verba destinada ao exercício do mandato parlamentar.

Segundo os investigadores, o objetivo é reunir novas provas sobre suspeitas de peculato, lavagem de dinheiro, fraude processual e organização criminosa.

Leia também: Polícia Federal vai investigar invasão em sistema da Defesa Civil que disparou alerta falso na madrugada

Segundo as apurações, a locadora é suspeita de emitir notas fiscais fictícias para justificar pagamentos feitos com recursos da CEAP.

As medidas, autorizadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF), foram cumpridas no Distrito Federal, em Goiás e em Minas Gerais.

Leia também: Polícia Federal rejeita segunda proposta de delação premiada de Vorcaro; defesa ainda aguarda análise da PGR

A investigação passou a analisar a movimentação financeira dos envolvidos e a destinação do dinheiro recebido pela empresa.

1ª fase revelou suspeitas sobre cotas parlamentares

Em dezembro do ano passado, a Polícia Federal deflagrou a Operação Galho Fraco, considerada a segunda etapa da investigação. Na ocasião, foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão no Distrito Federal e no Rio de Janeiro.

Entre os alvos estavam os deputados federais Sóstenes Cavalcante e Carlos Jordy, ambos do PL do Rio de Janeiro.

As investigações apontavam a suspeita de utilização de empresas de locação de veículos de fachada para o desvio de recursos das cotas parlamentares.

Leia também: Operação entre BTG e primo de Vorcaro vira alvo do STF e da Polícia Federal

Os investigadores também identificaram movimentações financeiras consideradas incompatíveis com a origem conhecida dos recursos.

Um dos casos analisados envolvia cerca de R$ 27 milhões movimentados por pessoas ligadas aos parlamentares e ao partido, sem identificação da origem do dinheiro.

Na época, os dois deputados negaram qualquer irregularidade. Sóstenes Cavalcante afirmou que apresentaria documentos para comprovar a legalidade das operações financeiras.

Leia também: Para onde Daniel Vorcaro foi transferido pela Polícia Federal?

Times Brasil - CNBC

Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.

Siga o Times | CNBC

Carlos Jordy declarou que utiliza a mesma empresa de aluguel de veículos desde o início do mandato e que outros parlamentares também contratam o mesmo serviço.

Dinheiro em espécie

Durante a fase realizada em dezembro, a Polícia Federal apreendeu R$ 430 mil em dinheiro vivo em endereços ligados ao deputado Sóstenes Cavalcante.

O parlamentar informou que os valores eram provenientes da venda de um imóvel. No entanto, a Polícia Federal passou a investigar a versão apresentada após encontrar indícios de que a negociação poderia ter sido simulada para justificar a origem do dinheiro.

Leia também: Compliance Zero: por que o STF autorizou buscas contra um perito da Polícia Federal

3ª fase da Operação amplia apurações

Na operação da última quarta-feira (01°), a investigação avançou para analisar possíveis tentativas de ocultação de provas e de dar aparência de legalidade à movimentação dos recursos públicos.

Todos os alvos das medidas judiciais são advogados. Segundo a Polícia Federal, há indícios de participação de agentes públicos, particulares e empresas que teriam sido utilizadas para movimentar os valores investigados.

Entre os materiais apreendidos está dinheiro em espécie escondido dentro de um livro falso de Direito, encontrado na residência de um advogado apontado como ligado ao deputado Sóstenes Cavalcante.

Leia também: ‘Sicário’ de Vorcaro se mata após ser preso pela Polícia Federal em Minas

Além disso, um dos investigados é suspeito de ter participado da suposta simulação da compra e venda do imóvel apresentado anteriormente como justificativa para a origem dos R$ 430 mil apreendidos na fase anterior.

O que a PF investiga agora?

Com a terceira fase da Operação Rent a Car, a Polícia Federal busca esclarecer como os recursos da CEAP foram movimentados e qual teria sido o destino do dinheiro.

Os investigadores também apuram se houve uso de empresas e pessoas para ocultar a origem dos valores, além de possíveis tentativas de alterar provas durante o andamento das investigações.

Leia também: Polícia Federal prende Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, em nova fase da Operação Compliance Zero

Até o momento, a operação segue em fase de coleta de elementos para subsidiar a continuidade do inquérito, sem conclusão sobre a responsabilidade criminal dos investigados.

📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL:


🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais

🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562

🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube

🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings

Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no

MAIS EM Operações da PF

Novo vídeo de GTA 6 é confirmado pela Rockstar; saiba quando assistir Por que a corrida do IPO entre OpenAI e Anthropic pode mudar o futuro da I.A? Entenda Fundador da DeepSeek afirma que excesso de trabalho atrapalha a inovação em I.A Conheça o Hennessey Blackbird, o hipercarro inspirado no avião espião SR-71 Nem Apple, nem Amazon veja quem realmente está moldando o futuro da tecnologia em 2026 Armazenamento na nuvem: quando vale a pena investir e quando é melhor economizar Quais são os carros mais vendidos nos países do Grupo C da Copa do Mundo 2026? O Brasil virou teste para a nova fase da Apple? Entenda a disputa por trás da App Store Conheça os novos donos da CazéTV após a saída de Casimiro do comando Mato Grosso segue como palco de grandes investimentos no agronegócio; veja