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CNBCÀs vésperas do encontro de investidores em Omaha, ações da Berkshire Hathaway enfrentam incerteza

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Ouro avança com tensão geopolítica e dúvidas sobre acordo entre EUA e Irã

Publicado 01/05/2026 • 15:32 | Atualizado há 1 hora

KEY POINTS

  • A combinação de incertezas no Oriente Médio e sinais divergentes sobre a política monetária dos Estados Unidos levou o ouro a fechar em alta, reforçando o papel do metal como proteção em momentos de instabilidade.
  • O movimento ocorre enquanto investidores avaliam declarações recentes do Irã e dos EUA sobre a possibilidade de retomada das negociações, em um cenário ainda marcado por desconfiança.
  • Ao mesmo tempo, falas de dirigentes do Federal Reserve (Fed) sobre juros adicionaram volatilidade às expectativas do mercado.

O contrato futuro de ouro encerrou a sessão desta sexta-feira (1) em alta de 0,32%, cotado a US$ 4.644,50 (R$ 23,1 mil) por onça-troy, na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex). A prata acompanhou o movimento e subiu 3,29%, para US$ 75,951 (R$ 378,2) por onça-troy.

Apesar da valorização no dia, os metais acumularam perdas na semana, com o ouro recuando 2% e a prata caindo 0,6%, refletindo oscilações recentes do mercado.

Sinais mistos nas negociações

O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, afirmou que o país segue aberto ao diálogo com os Estados Unidos, desde que haja mudança na “postura expansionista” e na “retórica ameaçadora” de Washington.

A declaração ocorre após a divulgação de que o Irã enviou, por meio de mediadores do Paquistão, uma resposta às últimas propostas americanas para encerrar a guerra. Do lado americano, o presidente Donald Trump demonstrou insatisfação com Teerã, mantendo o clima de incerteza.

Pressões de curto prazo

O banco Citi avalia que o ouro deve permanecer pressionado no curto prazo, diante das incertezas no Oriente Médio, do avanço dos preços do petróleo e de uma possível correção nos mercados de ações.

A instituição projeta o metal na faixa de US$ 4.300 (R$ 21,4 mil) por onça-troy nos próximos três meses, mas vê um cenário mais positivo adiante. “Esperamos que o ouro eventualmente se destaque como ativo de refúgio”, afirmou o banco, citando riscos de estagflação e aumento das tensões geopolíticas.

Juros no radar

Autoridades regionais do Federal Reserve, como Lorie Logan, Beth Hammack e Neel Kashkari, demonstraram preocupação com um possível afrouxamento excessivo da política monetária.

Esse fator é acompanhado de perto pelos investidores, já que juros mais baixos tendem a favorecer o ouro, por reduzirem o custo de oportunidade de manter ativos que não pagam rendimento.

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