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Perguntas frequentes sobre a nova ofensiva da CPMI do INSS contra o Banco Master
Publicado 06/02/2026 • 09:14 | Atualizado há 8 meses
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Publicado 06/02/2026 • 09:14 | Atualizado há 8 meses
KEY POINTS
A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito que investiga irregularidades no INSS informou que vai reapresentar requerimentos envolvendo o Banco Master e confirmou o depoimento do empresário Daniel Vorcaro na nova fase dos trabalhos, segundo documento divulgado pelo presidente do colegiado, senador Carlos Viana, no material de perguntas e respostas da comissão.
A seguir, o Times Brasil – Licenciado Exclusivo da CNBC, apresenta os principais tópicos do material.
Os pedidos foram retirados porque extrapolavam o escopo da comissão, ao prever a quebra de toda a movimentação da instituição financeira, enquanto a investigação se concentra apenas nos empréstimos consignados ligados ao INSS.
Sim. Segundo o presidente da CPMI, Carlos Viana, os pedidos serão refeitos de forma técnica e restritos às operações de consignado, após acordo entre as lideranças partidárias.
Sim. A comissão afirma que buscou consenso político para avançar nos trabalhos. Parte dos requerimentos saiu da pauta, mas outros considerados relevantes foram aprovados para reforçar as investigações.
Leia também: Banco Master: CPMI do INSS adia votação sobre quebra de sigilo bancário da instituição
O material divulgado diz que essas solicitações vêm sendo tratadas em articulação com o Supremo Tribunal Federal, especialmente em decisões do ministro André Mendonça. Segundo a comissão, cerca de 11 investigados já estão presos e colaboram com a Polícia Federal
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Siga o Times | CNBCSim. O documento afirma que a falta de regras claras sobre a relação entre CPIs e o Supremo acaba atrasando os trabalhos e defende que o Congresso avance em mudanças legislativas para definir esses limites.
Sim. A comissão informa que Daniel Vorcaro, ligado ao Banco Master, tem presença confirmada no dia 26 e deverá levar documentos sobre operações de consignado. O depoimento é considerado central para a nova fase da CPMI.
Sim. O material diz que novos nomes serão convocados ao longo da investigação, especialmente com base em dados obtidos por quebras de sigilo e decisões judiciais.
Segundo o documento, estão chamados o deputado estadual Édson Araújo e Paulo Camisotti, filho e sócio de Maurício Camisotti, que havia sido impedido de depor anteriormente.
A CPMI afirma que poderá adotar medidas como a condução coercitiva caso haja ausência sem justificativa, reforçando que não aceitará descumprimento de convocações formais.
Segundo o presidente da comissão, o objetivo é estabelecer limites claros para a atuação de instituições financeiras no sistema de consignados e reforçar a proteção a aposentados e pensionistas
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