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PGR recusa acordo de delação de Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB
Publicado 25/06/2026 • 19:22 | Atualizado há 1 hora
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Publicado 25/06/2026 • 19:22 | Atualizado há 1 hora
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Foto: Flickr
Quem é Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB preso pela PF
A Procuradoria-Geral da República rejeitou nesta quinta-feira (25) a possibilidade de acordo de delação premiada apresentada pela defesa do ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa.
O ex-executivo havia sinalizado interesse em fornecer informações relacionadas às tratativas com o Banco Master, que são alvo de apurações no âmbito da Operação Compliance Zero e de outros inquéritos em andamento.
Ao analisar o pedido, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, concluiu que a proposta apresentada pela defesa tinha “reduzida utilidade e débil eficácia potencial” para os objetivos de uma colaboração premiada.
Paulo Henrique Costa está preso desde 16 de abril, quando foi detido durante a quarta fase da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal.
Segundo os investigadores, há indícios de que Paulo Henrique Costa teria recebido ao menos seis imóveis, avaliados em cerca de R$ 146 milhões, do empresário Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, como contrapartida a supostos favores ligados a autorizar ou facilitar operações ilícitas envolvendo o Banco Master.
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Siga o Times | CNBCA defesa de Paulo Henrique Costa recebe com surpresa a rejeição da PGR. Paulo nunca foi ouvido: nem no inquérito (salvo por uma acareação sem interrogatório prévio), nem pela PGR, como conviria em caso de candidato à colaboração; nem solto, nem depois de preso. Assim, não se pode compreender a afirmação de que não admitiria responsabilidade nos fatos em apuração. Tão logo tenha acesso aos fundamentos da rejeição, a defesa poderá se manifestar com maior clareza.
Em nota, a defesa de Paulo Henrique Costa afirmou ter recebido com surpresa a decisão da Procuradoria-Geral da República que rejeitou a proposta de delação premiada.
“A defesa de Paulo Henrique Costa recebe com surpresa a rejeição da PGR. Paulo nunca foi ouvido: nem no inquérito (salvo por uma acareação sem interrogatório prévio), nem pela PGR, como conviria em caso de candidato à colaboração; nem solto, nem depois de preso. Assim, não se pode compreender a afirmação de que não admitiria responsabilidade nos fatos em apuração. Tão logo tenha acesso aos fundamentos da rejeição, a defesa poderá se manifestar com maior clareza.“
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