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Caso Master: Polícia Federal prende ex-chefe da Rioprevidência em operação sobre investimentos de R$ 1 bi
Publicado 03/02/2026 • 13:29 | Atualizado há 3 meses
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Publicado 03/02/2026 • 13:29 | Atualizado há 3 meses
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Reprodução TV Globo
Deivis Marcon Antunes chega à delegacia da PF em Volta Redonda conduzido por agentes da PRF
A Polícia Federal prendeu na manhã desta terça-feira (3) Deivis Marcon Antunes, ex-presidente da Rioprevidência, durante a segunda fase da Operação Barco de Papel, que investiga crimes contra o sistema financeiro ligados à gestão de recursos de uma instituição previdenciária estadual.
Nesta etapa, os agentes cumprem três mandados de prisão temporária e nove de busca e apreensão em endereços no Rio de Janeiro e em Santa Catarina. As ordens judiciais foram expedidas com base em indícios de obstrução das investigações e ocultação de provas.
A ação contou com apoio da Delegacia Especial da PF no Aeroporto Internacional de Guarulhos. Após retornar dos Estados Unidos, Deivis desembarcou no aeroporto de São Paulo, alugou um carro para seguir ao Rio e foi interceptado durante o trajeto pela PRF em Itatiaia.
O Antunes foi levado à Delegacia da PF em Volta Redonda e, depois dos procedimentos legais, será encaminhado à Superintendência da corporação no Rio, onde permanecerá à disposição da Justiça. Outros dois investigados seguem foragidos.
Ele havia deixado o cargo em 23 de janeiro, depois da primeira fase da operação, que apura suspeitas de gestão fraudulenta, desvio de recursos e corrupção envolvendo aplicações do fundo no Banco Master.
As investigações indicam que, durante a gestão de Deivis e de outros dois ex-diretores, o fundo de previdência fluminense aplicou quase R$ 1 bilhão em letras financeiras do banco, títulos considerados de alto risco e sem cobertura do Fundo Garantidor de Créditos.
De acordo com a PF, ao menos nove aplicações feitas entre 2023 e 2024 colocaram em risco os recursos destinados às aposentadorias e pensões de cerca de 235 mil servidores públicos do estado.
Há mais de um ano, esses aportes estão sob análise do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro. Em outubro de 2025, o órgão proibiu novos investimentos do Rioprevidência em títulos administrados pelo banco e alertou para possível gestão irresponsável.
O fundo confirmou ter feito aportes próximos de R$ 1 bilhão em veículos financeiros ligados ao conglomerado do empresário Daniel Vorcaro. Para os investigadores, as operações “expuseram o patrimônio da autarquia a risco elevado e incompatível com sua finalidade”.
Em nota, a corporação informou que a apuração envolve aplicações de aproximadamente R$ 970 milhões em letras financeiras emitidas por banco privado. Procurada pelo Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC, a PF disse que não confirma nomes.
Na etapa inicial da operação, em 23 de janeiro, agentes fizeram buscas no apartamento de Deivis e identificaram retirada de documentos, possível manipulação de provas digitais e transferência de bens, incluindo dois veículos de luxo, para terceiros.
Até a última atualização desta reportagem, os outros dois alvos da nova fase continuavam foragidos.
(*com informações do G1. Procurada pelo Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC, a PF disse que não confirma nomes).
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