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Alcolumbre diz que dissenso não pode se transformar em ódio e destaca papel pacificador do Congresso
Publicado 02/02/2026 • 23:30 | Atualizado há 8 meses
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Publicado 02/02/2026 • 23:30 | Atualizado há 8 meses
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Foto: TON MOLINA/FOTOARENA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO
Davi Alcolumbre
O presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (União-AP), afirmou que o dissenso não pode se transformar em ódio e que o Poder Legislativo tem o papel de distensionar relações.
“O dissenso faz parte da democracia. A discordância faz parte da política. O debate faz parte da vida pública. Mas precisamos afirmar com responsabilidade: o dissenso não pode se transformar em ódio. A discordância não pode se transformar em violência. Este Congresso Nacional sabe exatamente o seu papel nesse processo. Quando o Brasil tensiona, é aqui que ele se recompõe”, afirmou.
As declarações ocorreram na tarde desta segunda-feira (2) durante solenidade do Congresso Nacional de inauguração dos trabalhos legislativos de 2026.
Alcolumbre disse ainda que o Congresso seguirá como o espaço legítimo para a mediação política e assumiu o compromisso de não ampliar conflitos, mas de ajudar a resolvê-los. Afirmou que o Legislativo buscará o diálogo com os outros Poderes e que este deve servir para unir o povo brasileiro e nunca fragmentá-lo.
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“Este é o compromisso que assumo como Presidente do Congresso Nacional: não ampliar conflitos, mas ajudar a resolvê-los; não estimular extremismos, mas construir consensos possíveis; não fugir das tensões próprias da vida democrática, mas tratá-las com seriedade e com maturidade”, completou.
Na ocasião, também compareceram o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, o ministro da Casa Civil, Rui Costa, e a ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann.
O Congresso Nacional retoma os trabalhos com um calendário de apenas um semestre em 2026, devido às eleições. Na avaliação de parlamentares, o prazo encurtado dificulta grandes reformas neste período e é um fator de tensão para projetos de interesse eleitoral, tanto para o governo, como para o Centrão e a oposição.
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