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Ausentes em ato de defesa da democracia, Barroso e Pacheco vão mandar vices
Publicado 08/01/2025 • 08:38 | Atualizado há 2 anos
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Publicado 08/01/2025 • 08:38 | Atualizado há 2 anos
KEY POINTS
Pedro Gontijo/Senado Federa
Os principais nomes dos Poderes Legislativo e Judiciário devem desfalcar a cerimônia, nesta quarta-feira (8), em Brasília, em memória do 8 de Janeiro.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participará do evento que terá a entrega de obras de arte restauradas após terem sido danificadas por bolsonaristas dois anos atrás, além do descerramento do quadro As Mulatas, de Di Cavalcanti, também alvo de ataques dos vândalos. Haverá um ato simbólico na Praça dos Três Poderes.
Apesar de a comunicação oficial do governo federal dizer que autoridades dos três Poderes estarão no evento, a cúpula do Congresso não deve marcar presença.
Os atuais presidentes da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG) – assim como seus prováveis sucessores nos comandos das Casas, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB) e senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) – estão fora da capital federal.
“Gostaria muito de participar, mas estou em viagem ao exterior, que havia programado antes”, afirmou Pacheco ao Estadão. A Casa será representada na cerimônia de hoje pelo vice-presidente do Senado, Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB).
Lira, por sua vez, não tinha dado até ontem uma previsão para responder ao convite do Palácio do Planalto para a cerimônia.
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Siga o Times | CNBCO ministro Luís Roberto Barroso, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), informou que será representado no evento por seu vice, Edson Fachin.
Mesmo assim, o governo federal espera contar com outras autoridades, parlamentares, ministros e integrantes do Ministério da Cultura (MinC), do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e da Embaixada da Suíça, além de movimentos sociais.
No ano passado, na solenidade em memória de um ano dos ataques golpistas, tanto Pacheco quanto Barroso estavam presentes na cerimônia análoga, chamada “Democracia inabalada”.
O evento de hoje será dividido em quatro etapas. A primeira será realizada na sala de audiências do Planalto, com a reintegração de obras de arte restauradas – um relógio do século 17, consertado na Suíça sem custos para o governo brasileiro a tempo para a comemoração, e uma ânfora.
Os dois momentos seguintes seguirão no prédio, com o descerramento da obra de Di Cavalcanti e uma cerimônia com a presença de autoridades. Em seguida, será feito um ato simbólico chamado “Abraço da democracia”, na Praça dos Três Poderes.
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