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Lula mira potências após crise com Irã e exige reação imediata; entenda
Publicado 19/04/2026 • 12:45 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 19/04/2026 • 12:45 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
© Tânia Rêgo/Agência Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva usou o domingo (19) para reforçar, em sua conta no X, o apelo que fez no dia anterior na Reunião da Mobilização Progressista Global. Para Lula, o encontro é “um sopro de esperança em tempos de autoritarismo”.
“Somente juntos construiremos um futuro sem guerras, guiado pelo multilateralismo e pela cooperação entre as nações, garantindo uma vida digna para as pessoas de todo o mundo”, escreveu.
No discurso do sábado (18), Lula foi direto ao ponto. Dirigiu-se nominalmente aos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU e pediu ação imediata.
“Quero dizer ao presidente Trump, ao presidente Xi Jinping, ao presidente Putin, ao presidente Macron e ao primeiro-ministro Keir Starmer que são os cinco membros do Conselho de Segurança da ONU: pelo amor de Deus, cumpram com suas obrigações de garantir a paz no mundo. Convoquem uma reunião e parem com essa loucura de guerra, porque o mundo não comporta mais”, afirmou.
Lula criticou os Estados Unidos pelos ataques ao Irã e trouxe à tona um episódio da primeira década do século. Segundo ele, Brasil e Turquia negociaram um acordo com os iranianos sobre o programa nuclear do país, que foi rejeitado por americanos e europeus. Agora, disse, os mesmos que rejeitaram o acordo voltam a acusar o Irã de desenvolver armas nucleares.
O presidente também afirmou não querer uma nova guerra fria entre China e Estados Unidos. Defendeu “liberdade” e “livre comércio” como princípios que deveriam guiar as relações entre as potências.
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