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Escala 6×1 entra no radar e pode impactar empresas, empregos e consumo
Publicado 07/01/2026 • 09:28 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 07/01/2026 • 09:28 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, afirmou nesta quarta-feira (7) que o governo considera viável a aprovação do fim da escala 6×1 mesmo em ano eleitoral, destacando que a medida pode gerar efeitos estruturais no mercado de trabalho brasileiro.
Segundo o ministro, a mudança teria impacto direto sobre produtividade, saúde do trabalhador, rotatividade e custos operacionais, temas que vêm ganhando peso nas discussões entre empresas, sindicatos e formuladores de políticas públicas.
“Há quem veja uma contradição em discutir uma reforma desse porte em ano eleitoral. Do ponto de vista econômico, vejo como uma oportunidade de modernização das relações de trabalho”, afirmou durante participação no programa Bom Dia, Ministro, da EBC.
Leia também: Planalto rejeita proposta da Câmara que mantém a escala 6×1
Marinho classificou a escala 6×1 como a mais onerosa do ponto de vista social e trabalhista e argumentou que sua revisão pode reorganizar a dinâmica do emprego formal, com efeitos sobre consumo, bem-estar e eficiência das jornadas.
O ministro reconheceu, no entanto, que a mudança exige articulação com o setor produtivo e sinalizou que o engajamento da sociedade e do empresariado será decisivo para avançar no Congresso.
“A participação social é um motor essencial no processo de convencimento não apenas de deputados e senadores, mas também do setor empresarial, que será diretamente impactado por qualquer alteração no modelo atual”, disse.
O debate sobre a escala 6×1 ocorre em um momento em que empresas avaliam novos formatos de jornada, impulsionados por discussões globais sobre produtividade, equilíbrio entre vida profissional e pessoal e atração de mão de obra em um mercado cada vez mais competitivo.
Leia também: Jornada 6×1: veja glossário com os termos da discussão que pode mudar o mercado de trabalho
Segundo ele, essa é uma prioridade do governo porque essa escala seria a mais cruel. Ele destacou, entretanto, que a mobilização social é fundamental para ajudar no convencimento dos congressistas e dos empresários.
“Eu chamo a atenção disso porque a efetiva participação da sociedade é um motor necessário, importante no processo de convencimento a cada deputado e deputada, a cada senador e senadora e ao empresariado também”, disse.
E repetiu: “É plenamente possível fazer, é plenamente possível dizer a toda a atividade econômica do Brasil que é possível você acabar com a seis por um, mantendo as necessidades econômicas do país.”
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