Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
“Sem o Legislativo, a segurança pública não evoluirá”, diz Gilmar Mendes
Publicado 26/05/2025 • 12:13 | Atualizado há 1 ano
ALERTA DE MERCADO:
Bolsa oscila e dólar avança; petróleo, China e Oriente Médio mexem com o mercado
Ações da Alphabet sobem 4% com estreia no Dow, mas empresa ainda enfrenta grandes dúvidas sobre IA
Trump comprou até US$ 5 milhões em ações de fabricante de tasers semanas antes de licitação do ICE
Suprema Corte decide que Trump não pode demitir, por enquanto, a diretora do Fed Lisa Cook
Emissão de US$ 25 bilhões em títulos da SpaceX gera forte demanda; e uma possível dor de cabeça para investidores
Comcast divide negócios e cria duas empresas de capital aberto; ações disparam 23%
Publicado 26/05/2025 • 12:13 | Atualizado há 1 ano
KEY POINTS
Durante discurso no Seminário Internacional de Segurança Pública, Direitos Humanos e Democracia, realizado em São Paulo nesta segunda-feira (26), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, defendeu a integração federativa e a participação ativa do Legislativo no enfrentamento da crise da segurança pública no país.
Segundo ele, “sem esta Casa, certamente, a segurança pública não evoluirá”. A declaração foi feita na presença do presidente da Câmara, Hugo Motta, e do governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite. Gilmar Mendes destacou que a articulação entre os poderes e os entes federativos é essencial para avanços no setor.
Leia também:
“O crime se organizou, infelizmente o Estado não”, diz Hugo Motta em seminário
Lewandowski detalha PEC da Segurança Pública durante seminário em SP; confira
O ministro defendeu ainda a necessidade de consolidação constitucional das ações de integração, mencionando a iniciativa do ministro Ricardo Lewandowski como um passo importante nesse sentido.
Gilmar Mendes reiterou a importância de priorizar temas criminais no Judiciário. Segundo ele, há críticas recorrentes às audiências de custódia, não pela sua existência, mas pelas desfuncionalidades observadas. “A toda hora a gente recebe manifestações críticas contra eventuais desfuncionalidades”, relatou.
O ministro citou, ainda, reclamações recentes do governador do Distrito Federal sobre a reincidência de crimes e a imediata soltura de presos em audiências de custódia. Ele defendeu ajustes no procedimento e uma análise cuidadosa da questão.
Durante o discurso, Mendes mencionou os altos índices de inquéritos inconclusos e processos criminais sem andamento adequado, com destaque para os casos de homicídio e tentativa de homicídio julgados pelo Tribunal do Júri.
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCO ministro ressaltou a importância da integração das forças de segurança federais, estaduais e municipais, especialmente diante das decisões recentes que ampliaram a atuação das Guardas Municipais. “É fundamental que haja essa integração. E é fundamental que isto se torne uma prioridade”, concluiu.
Por fim, o ministro reforçou a necessidade de participação ativa do Legislativo na formulação de políticas de segurança pública. Ele disse já ter discutido o tema com o presidente da Câmara e defendeu o federalismo cooperativo como modelo a ser seguido. Mendes reconheceu que parte dos temas debatidos já havia sido abordada no evento, mas considerou essencial reiterar os pontos.
—
📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL:
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
Quina de São João tem sorteio milionário
2
CBF exclui CazéTV da disputa pelos direitos da Copa do Brasil até 2030
3
GTA VI deve atingir arrecadação bilionária somente na pré-venda; veja
4
Copa do Mundo 2026: as seleções classificadas para a 2ª fase e as eliminadas; entenda as novas regras do torneio
5
EUA atacam o Irã após Trump acusar Teerã de violar o cessar-fogo no Estreito de Ormuz