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Bitcoin bate recorde impulsionado por nova lei nos EUA, diz analista do Bitybank
Publicado 22/07/2025 • 20:44 | Atualizado há 10 meses
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Publicado 22/07/2025 • 20:44 | Atualizado há 10 meses
KEY POINTS
O novo recorde do Bitcoin, que alcançou US$ 123 mil, está diretamente ligado ao avanço regulatório nos Estados Unidos, disse Sarah Uska, analista de criptoativos do Bitybank, em entrevista ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC.
“Quando a gente tem a maior nação do mundo regulamentando criptomoedas, sejam as stablecoins ou as tradicionais, é como se ela legitimasse esse mercado. Ela está apostando tanto nesse setor que já corre para fazer sua regulamentação”, afirmou.
Uska explicou que a segurança jurídica trazida pelas novas leis deve atrair ainda mais grandes investidores: “Quando você tem as stablecoins ou as criptomoedas regulamentadas, os investidores institucionais se sentem muito mais seguros de fazer previsão de gastos e investimentos maiores. E como o preço do Bitcoin é baseado em oferta e demanda, isso pode sim dar uma bela alavancada no mercado a médio prazo”.
Leia mais:
Criptomoedas: bitcoin opera em alta, observando cenário regulatório favorável nos EUA
Ela acredita que a regulamentação americana pode servir como referência internacional, especialmente em temas mais específicos. “Pode servir como benchmark, porque poucos países estão tratando diretamente das stablecoins, que são as que mais têm avançado. Aqui no Brasil a regulamentação geral está bem avançada, e no segundo semestre deve sair o marco oficial das criptomoedas”, disse.
Mesmo com crises globais, como guerras e tensões comerciais, o Bitcoin tem se mostrado estável. “A gente teve tarifação, guerra no Oriente Médio, vários fatores de instabilidade, e mesmo assim o Bitcoin se mostrou muito resiliente. Ele não teve uma queda muito grande, o que mostra que o investidor começa a ver o Bitcoin como um investimento alternativo que não depende tanto do cenário macroeconômico”, a especialista avaliou.
Para Uska, o futuro da moeda digital ainda é de alta, impulsionado por um mercado mais maduro e grandes aportes. “A gente está vendo investimento institucional massivo, como da Trump Media e da MicroStrategy. E como o Bitcoin é limitado a 21 milhões de unidades, se a demanda cresce e a oferta é fixa, ele tende a valorizar no longo prazo. Isso sem falar na possibilidade de governos começarem a usar o Bitcoin como reserva de valor”.
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