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Apple mantem liderança global no mercado de smartphones em 2025
Publicado 12/01/2026 • 09:55 | Atualizado há 5 meses
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Publicado 12/01/2026 • 09:55 | Atualizado há 5 meses
KEY POINTS
Arjun Kharpal | CNBC
Os modelos mais recentes do iPhone 17 da Apple são exibidos em sua loja na Regent Street, em Londres, no dia do lançamento do iPhone 17.
A Apple fechou 2025 na liderança do mercado global de smartphones, com 20% de participação, segundo levantamento divulgado nesta segunda-feira (12) pela Counterpoint Research. O desempenho colocou a empresa à frente das demais fabricantes, em um ano marcado por leve expansão do setor.
De acordo com a consultoria, as remessas globais de smartphones avançaram 2% em relação a 2024. O crescimento foi impulsionado pela recuperação da demanda e por condições econômicas mais favoráveis em mercados emergentes, que sustentaram o volume de vendas ao longo do ano.
Leia também: Plano da Índia pode forçar Apple e rivais a abrir código por segurança digital
A liderança da Apple foi atribuída à procura consistente em países emergentes e de renda média, além do desempenho comercial da linha iPhone 17. Segundo o analista Varun Mishra, da Counterpoint, esses fatores garantiram à empresa a maior fatia entre as cinco principais marcas do setor.
O relatório aponta que fabricantes anteciparam parte das remessas no início de 2025 como forma de reduzir riscos associados a tarifas. No entanto, esse movimento perdeu intensidade ao longo do ano, resultando em volumes praticamente estáveis no segundo semestre.
A Samsung ficou na segunda posição, com 19% de participação global e crescimento considerado moderado nas remessas.
Já a Xiaomi ocupou o terceiro lugar, com 13%, apoiada principalmente pela demanda contínua em mercados emergentes.
Para 2026, a expectativa é de arrefecimento no mercado global de smartphones. Segundo Tarun Pathak, diretor de pesquisa da Counterpoint, a combinação de escassez de chips e aumento nos custos de componentes tende a pressionar o setor, à medida que fabricantes de semicondutores priorizam a produção voltada a data centers de inteligência artificial em detrimento de dispositivos móveis.
(*Com informação da Reuters)
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