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Airbus e Air France são condenadas por queda de avião Rio-Paris em 2009; relembre o acidente
Publicado 21/05/2026 • 18:24 | Atualizado há 2 horas
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Publicado 21/05/2026 • 18:24 | Atualizado há 2 horas
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DIVULGAÇÃO / MARINHA BRASILEIRA / AFP
A Justiça francesa condenou nesta quinta-feira (21) a Air France e a Airbus por homicídios culposos no caso do voo AF447, derrubado no Oceano Atlântico em junho de 2009 com 228 pessoas a bordo. A decisão reverte a absolvição das duas empresas em primeira instância, proferida em 2023.
O Tribunal de Apelação de Paris considerou Air France e Airbus as “únicas responsáveis” pelo acidente e aplicou a multa máxima prevista: 225 mil euros (cerca de R$ 1,3 milhão) para cada uma.
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O avião, um Airbus A330, caiu durante a madrugada do dia 1º de junho de 2009, horas após decolar do Rio de Janeiro em direção a Paris. Entre as vítimas estavam 58 brasileiros, 61 franceses e passageiros de outras 31 nacionalidades. A tripulação tinha 12 integrantes.
As caixas-pretas indicaram que o acidente começou com o congelamento das sondas Pitot — equipamentos responsáveis por medir a velocidade da aeronave —, enquanto o avião atravessava uma região de forte turbulência próxima à Linha do Equador.
Segundo a sentença, a Airbus subestimou a gravidade das falhas conhecidas nesses sensores e não alertou as companhias aéreas com urgência. A Air France, por sua vez, foi responsabilizada por não treinar adequadamente seus pilotos para lidar com esse tipo de falha e por falhas na comunicação com as tripulações.
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As duas empresas anunciaram recurso. A Airbus vai levar o caso ao Tribunal de Cassação, a mais alta corte francesa. Por meio de seu advogado, Simon Ndiaye, a fabricante afirmou que a condenação “responde a considerações que não têm nada a ver com a justiça, com o direito, com a segurança”.
A Air France, em comunicado, disse lamentar a decisão e lembrou que tanto a investigação quanto a sentença de primeira instância haviam afastado sua responsabilidade penal.
Para as famílias das vítimas, a decisão foi comemorada. Danièle Lamy, presidente da associação Entraide et Solidarité AF 447, afirmou que a condenação “coloca a segurança acima de qualquer outra consideração econômica”.
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