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Uso de cartões cresce 8,3% em 2026 com avanço do Tap on Phone e pagamento por aproximação
Publicado 12/05/2026 • 12:31 | Atualizado há 6 horas
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KEY POINTS
O BityBank surgiu com a proposta de simplificar o uso de criptomoedas no Brasil ao oferecer uma experiência semelhante à dos bancos digitais tradicionais
Foto: Divulgação
Os pagamentos com cartões de crédito, débito e pré-pagos somaram R$ 1,1 trilhão no primeiro trimestre de 2026, crescimento de 8,3% em relação ao mesmo período do ano anterior. Os dados são da Abecs, associação que representa o setor de meios eletrônicos de pagamento no Brasil.
Ao todo, foram realizadas 11,7 bilhões de transações no período, alta de 3% sobre o primeiro trimestre de 2025. Na média, os brasileiros fizeram 132 milhões de pagamentos por dia com cartões.
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Entre as modalidades, o cartão de crédito foi o destaque tanto em volume quanto em ritmo de expansão. Foram R$ 810,2 bilhões transacionados, crescimento de 12,8% sobre o mesmo período de 2025. O débito somou R$ 236 bilhões, queda de 2,4%, enquanto o pré-pago registrou R$ 94,5 bilhões, avanço de 1%.
Em número de operações, o crédito também liderou, com 5,4 bilhões de transações, alta de 7,6%. O débito ficou com 4 bilhões (-1,3%) e o pré-pago com 2,3 bilhões (+0,4%).
Os pagamentos por aproximação seguem em forte expansão. No primeiro trimestre de 2026, a tecnologia NFC movimentou R$ 504,8 bilhões, alta de 19,3% sobre o mesmo período do ano anterior, e já representa 74,8% das transações presenciais com cartões no Brasil.
Pesquisa da Abecs em parceria com o Datafolha reforça o alcance da modalidade: 72% dos brasileiros já utilizam pagamentos por aproximação, sendo que 64% fazem uso frequente, ou seja, sempre ou quase sempre.
A tecnologia Tap on Phone, que transforma smartphones e tablets em terminais de pagamento sem necessidade de maquininha, registrou R$ 27,1 bilhões no trimestre, crescimento de 114,6%. Em dois anos, o avanço acumulado da modalidade chega a 1.188,8%.
O crédito respondeu pela maior fatia, com R$ 25,4 bilhões (+115,6%), seguido pelo débito, com R$ 1,2 bilhão (+105,4%), e pelo pré-pago, com R$ 0,5 bilhão (+92,6%). A expansão reflete a digitalização de pequenos negócios que passaram a aceitar pagamentos eletrônicos sem investimento em equipamentos.
As transações não presenciais, realizadas pela internet e outros canais remotos, somaram R$ 310,5 bilhões no período, alta de 18,8%. Comparado ao primeiro trimestre de 2020, antes da pandemia, o débito em compras remotas cresceu 359,8% e o crédito avançou 247%.
Dentro desse universo digital, os pagamentos recorrentes, modelo de cobrança automática para assinaturas de streamings, academias e softwares, somaram R$ 41,7 bilhões, expansão de 36% na comparação anual. O crédito domina essa categoria, com R$ 39,9 bilhões do total.
No cartão de crédito, o parcelado sem juros representou 43,2% do valor total transacionado na modalidade, somando R$ 390,5 bilhões. O consumo à vista ficou com 56,5% do volume, ou R$ 511,4 bilhões. Entre as compras parceladas, 62,4% foram feitas em até seis parcelas.
O uso de cartões por brasileiros fora do país totalizou US$ 5,3 bilhões, equivalente a R$ 27,9 bilhões, crescimento de 37% sobre o mesmo período de 2025. A Europa liderou os destinos, com R$ 11,7 bilhões (+19,9%), seguida pelos Estados Unidos, com R$ 9,7 bilhões (+10,9%).
No varejo, os segmentos com maior expansão no uso de cartões foram eletrônicos e eletrodomésticos (+21,4%), livrarias e afins (+16,3%), vestuário e acessórios (+13,2%), autopeças (+12,2%) e alimentação (+12%).
No setor de serviços, pagamentos a profissionais liberais lideraram o avanço (+25,1%), seguidos por educação básica (+21,9%), serviços médicos (+19,3%), companhias aéreas (+19,2%) e seguros (+13,7%).
O Sudeste respondeu pela maior parcela do volume transacionado, com R$ 574 bilhões (+4,3%). Na sequência aparecem Sul, com R$ 158,9 bilhões (+8,2%), Nordeste, com R$ 135,8 bilhões (+1,7%), Centro-Oeste, com R$ 82,1 bilhões (+1,5%), e Norte, com R$ 41 bilhões (+1,1%).
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