Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Após estudo global, Brasil adotará medicamento inédito contra a Alzheimer
Publicado 13/01/2026 • 08:13 | Atualizado há 3 meses
Cursor negocia rodada de US$ 2 bilhões e pode atingir avaliação acima de US$ 50 bilhões
Amazon, USPS e o risco de um aumento da desigualdade de entregas nas áreas rurais dos Estados Unidos
Nvidia se afasta dos gamers ao priorizar IA e gera frustração na comunidade
Supermercados americanos estão usando I.A. para reduzir o desperdício de alimentos e aumentar as margens de lucro
Concessionárias familiares crescem ou somem em meio à ascensão das mega-revendedoras de automóveis
Publicado 13/01/2026 • 08:13 | Atualizado há 3 meses
KEY POINTS
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o uso do medicamento lecanemabe para o tratamento da doença de Alzheimer. O produto, inédito no país, é um anticorpo monoclonal pertencente à classe dos produtos biológicos.
O medicamento deve ser administrado por infusão intravenosa, durante aproximadamente uma hora, uma vez a cada duas semanas.
De acordo com o registro, o novo medicamento é indicado para pacientes adultos com diagnóstico clínico de comprometimento cognitivo leve e demência leve decorrentes da doença de Alzheimer (fase inicial), com patologia amiloide confirmada e que não sejam portadores ou sejam heterozigotos do alelo ε4 da apolipoproteína E (ApoE ε4).
Com o registro, o lecanemabe está autorizado para distribuição e uso no país. O prazo para sua entrada no mercado depende do laboratório detentor do registro.
O lecanemabe é um anticorpo monoclonal de imunoglobulina humanizada gama 1 (IgG1) que se liga preferencialmente a grandes agregados de proteína beta-amiloide solúvel, conhecidos como protofibrilas, enquanto ainda mantém alta afinidade por beta-amiloide fibrilar, que compreende placas amiloides. O acúmulo de placas amiloides no cérebro é uma característica fisiopatológica definidora da doença de Alzheimer. O lecanemabe reduz as placas beta-amiloides.
Leia também: Alerta sanitário: Anvisa recolhe Mounjaro e apreende lote falsificado
A substância teve sua eficácia clínica avaliada em um estudo principal (Estudo 301), que começou a recrutar participantes em março de 2019. O período de acompanhamento principal para os desfechos de eficácia foi de 18 meses. Neste estudo o Leqembi demonstrou retardar o declínio cognitivo em pacientes com doença de Alzheimer em estágio inicial (em comparação com o placebo). Os resultados finais e positivos foram apresentados em novembro de 2022 na conferência Clinical Trials on Alzheimer’s Disease (CTAD) e publicados simultaneamente no New England Journal of Medicine (NEJM) em 30 de novembro de 2022.
O estudo envolveu 1.795 pessoas (com idades entre 50 e 90 anos) com doença de Alzheimer em estágio inicial, que apresentavam placas betaamiloides no cérebro e receberam Leqembi ou placebo. A principal medida de eficácia foi a mudança nos sintomas após 18 meses, avaliada por meio da escala de avaliação de demência denominada CDR-SB.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Mais lidas
1
Mega-Sena acumula novamente e prêmio chega a R$ 70 milhões; veja os números sorteados
2
Escassez de mão de obra no Brasil eleva salários e dificulta retenção no setor de serviços
3
China pressiona exportações e setor de carne bovina busca saída para evitar perdas
4
Imagens mostram disparo dos EUA em interceptação de navio iraniano; veja o vídeo
5
Anthropic lança Claude Opus 4.7, modelo que vai usar para aprender a controlar o mito que criou