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Com dívida sob controle e queda no lucro líquido, BRF reforça atratividade em meio à fusão com Marfrig
Publicado 15/08/2025 • 09:34 | Atualizado há 9 meses
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Publicado 15/08/2025 • 09:34 | Atualizado há 9 meses
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Divulgação BRF
BRF.
A BRF reportou lucro líquido de R$ 735 milhões no segundo trimestre de 2025, queda de 32,8% ante igual período de 2024, informou na quinta-feira (14) a empresa, depois do fechamento do mercado financeiro.
A receita líquida da companhia foi de R$ 15,365 bilhões, aumento de 2,9% na comparação anual.
A empresa apresentou Ebitda ajustado de R$ 2,502 bilhões, queda de 4,5%, com margem de 16,3%, recuo de 1,6 ponto porcentual.
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A companhia atingiu a menor alavancagem e sua história, de 0,43 vez. Há um ano, era de 1,14 vez. Já a sua dívida líquida recuou 47%, para R$ 4,735 bilhões. A companhia também informou fluxo de caixa livre de R$ 842 milhões.
“O endividamento regrediu para R$ 4,7 bilhões, a alavancagem fechou o semestre em 0,43x, menor nível histórico, e a geração de caixa livre segue suportando nossos planos de crescimento global de forma sustentável”, disse o vice-presidente de Finanças e RI da BRF, Fábio Mariano.
A BRF relatou que a margem Ebitda no Brasil foi de 16,4%. A companhia apresentou crescimento de volume da 6%, com ganhos especialmente no segmento de processados. Fora do Brasil, a margem Ebitda da companhia foi de 17,3%, com Ebitda ajustado de R$ 1,168 bilhão. No período,a empresa obteve 11 novas habilitações para exportação, com destaques para Argentina e Canadá, totalizando 198 desde 2022.
A companhia comercializou 1,228 milhão de toneladas de produtos de abril a junho deste ano, queda de 1,3% em comparação com o volume de 1,244 milhão de toneladas de produtos de um ano antes.
No segmento Brasil, a receita operacional líquida foi de R$ 8 080 bilhões, alta de 17,6% em comparação com igual intervalo do ano passado. O preço médio dos produtos avançou 11,1%, para R$ 13,11 o quilo.
Já no segmento internacional, a receita líquida foi de R$ 6,741 bilhões, queda de 4,7% na comparação anual. Por lá, o preço médio por produto avançou 6,3%, para R$ 13,51.
Segundo a empresa, o BRF+, programa de eficiência operacional, continuou a impulsionar os resultados do trimestre com ações voltadas para a otimização de processos industriais e gestão de custos com captura de R$ 208 milhões.
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