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Operação “Fluxo Oculto” investiga fintechs ligadas à lavagem de dinheiro no setor de combustíveis
Publicado 28/05/2026 • 06:53 | Atualizado há 5 meses
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Publicado 28/05/2026 • 06:53 | Atualizado há 5 meses
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Divulgação
O Ministério Público de São Paulo deflagrou nesta quinta-feira (28) a Operação Fluxo Oculto, mais uma fase de investigação sobre fraudes no mercado de combustíveis. A ação é um desdobramento da Operação Carbono Oculto e tem como foco fintechs usadas como “bancos paralelos” por uma organização criminosa ligada ao setor.
Seis novas instituições de pagamento foram identificadas no avanço das investigações. Segundo o MPSP, elas eram usadas para compensações financeiras entre distribuidoras e postos, movimentações em fundos de investimento ligados ao grupo e até para pagar funcionários e despesas pessoais dos operadores do esquema.
Entre os alvos da operação estão empresas dos grupos Ceopag, Sispay, Smart Solutions e YAW, além da Ello Gestora de Recursos. Os mandados foram cumpridos em endereços em São Paulo, Barueri, São José do Rio Preto, Belo Horizonte e Rio de Janeiro.
Leia também: Do combustível aos imóveis: o mapa completo do caso Carbono Oculto
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Siga o Times | CNBCAs investigações avançaram ainda sobre um núcleo suspeito de desviar nafta petroquímica, um tipo de solvente, para terminais e postos na Grande São Paulo. O grupo simulava vendas para empresas-fantasma espalhadas por diferentes estados.
Para viabilizar o esquema, os envolvidos recorriam a parentes, pessoas em situação de vulnerabilidade social e até presos para abrir essas empresas.
A operação reúne o GAECO, a Receita Federal, a ANP, a Secretaria da Fazenda de SP, a Procuradoria-Geral do Estado, a Polícia Militar e a Polícia Civil. Os 55 mandados de busca e apreensão contam com apoio dos GAECOs do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná.
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