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CSN lança oferta para troca de títulos no exterior e estima prejuízo maior em 2026
Publicado 31/07/2026 • 08:35 | Atualizado há 3 meses
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Publicado 31/07/2026 • 08:35 | Atualizado há 3 meses
KEY POINTS
HenriqueBarraMansa/Wikipédia
CSN assinou um acordo de exclusividade de dez dias com a chinesa Huaxin Building Materials Group para avançar na venda da CSN Cimentos
A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) aprovou a realização de uma oferta de troca de títulos de dívida emitidos por sua subsidiária CSN Inova Ventures no mercado internacional.
A operação prevê a substituição de notas com vencimento em 2028 por novos papéis com vencimento em 2030, além do pagamento de uma parcela em dinheiro aos investidores que aderirem à proposta. As novas emissões terão garantia integral da CSN.
A oferta poderá alcançar até US$ 970 milhões em novos títulos e até US$ 330 milhões em pagamentos em dinheiro. A remuneração inicial das novas notas será de 11% ao ano, com possibilidade de redução para 10,5% caso determinadas condições relacionadas à redução do valor principal da dívida sejam cumpridas antes de fevereiro de 2028.
Leia também: CSN reduz prejuízo no primeiro trimestre, mas dívida líquida sobe para R$ 40,5 bilhões
A operação é destinada a investidores institucionais qualificados no exterior e não será realizada como oferta pública no Brasil.
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Siga o Times | CNBCA oferta foi iniciada em 30 de julho e deve permanecer aberta até 10 de agosto, com liquidação prevista para 12 de agosto de 2026. Para que a operação seja concluída, é necessário que pelo menos US$ 910 milhões em títulos atualmente em circulação, equivalentes a 70% do saldo existente, sejam apresentados e aceitos para troca.
Além da operação financeira, a companhia divulgou estimativas preliminares para o primeiro semestre de 2026, ressaltando que os dados ainda não foram auditados e poderão sofrer alterações até a conclusão das demonstrações financeiras.
Segundo as projeções, a receita líquida deve permanecer em linha com a registrada no mesmo período de 2025, enquanto o EBITDA ajustado é estimado entre R$ 5,3 bilhões e R$ 5,4 bilhões. Já o prejuízo líquido deve ficar entre R$ 1,3 bilhão e R$ 1,4 bilhão, acima da perda de R$ 861,9 milhões registrada um ano antes.
A CSN também estima aumento da dívida bruta para até R$ 54 bilhões e da dívida líquida ajustada para até R$ 44 bilhões. A companhia projeta ainda leve alta na posição de caixa e um aumento moderado da alavancagem, que, segundo a estimativa, não deverá ultrapassar 3,5 vezes.
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