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CSN reduz prejuízo no primeiro trimestre, mas dívida líquida sobe para R$ 40,5 bilhões

Publicado 13/05/2026 • 22:37 | Atualizado há 1 hora

KEY POINTS

  • Prejuízo líquido da CSN caiu 24,2% em relação ao primeiro trimestre de 2025, para R$ 555 milhões.
  • Ebitda ajustado avançou 5,5% no período, a R$ 2,646 bilhões, apesar do maior volume de chuvas.
  • Dívida líquida chegou a R$ 40,5 bilhões, acima do nível registrado um ano antes, mas abaixo do fim de 2025.

Divulgação

A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) registrou prejuízo líquido de R$ 555 milhões no primeiro trimestre de 2026. O resultado representa redução de 24,2% nas perdas em relação ao prejuízo de R$ 732 milhões apurado no mesmo período de 2025.

O Ebitda ajustado somou R$ 2,646 bilhões entre janeiro e março, alta de 5,5% na comparação anual. Já a receita líquida ficou em R$ 10,604 bilhões, queda de 2,8% frente ao primeiro trimestre do ano passado.

Segundo a companhia, a melhora do Ebitda ocorreu mesmo com o maior volume de chuvas registrado no período. A CSN afirmou que a contribuição positiva dos segmentos de cimento e logística reforça a importância de seu portfólio diversificado de ativos.

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Dívida líquida sobe na comparação anual

A empresa encerrou o trimestre com dívida líquida de R$ 40,5 bilhões. O valor ficou acima dos R$ 35,8 bilhões registrados no primeiro trimestre de 2025, mas abaixo dos R$ 41,2 bilhões observados no fim do ano passado.

A alavancagem, medida pela relação entre dívida líquida e Ebitda, ficou em 3,36 vezes no trimestre. O indicador teve queda de 11,6 pontos-base em relação ao trimestre imediatamente anterior.

De acordo com a CSN, a melhora trimestral da alavancagem foi favorecida por um novo contrato de pré-pagamento de minério de ferro, firmado para cobrir parte das amortizações previstas para este ano, além do efeito positivo do câmbio sobre dívidas em moeda estrangeira.

A empresa afirmou que o desempenho também reflete “os esforços conduzidos desde o início do ano de modo a resolver em definitivo a estrutura de capital do grupo”.

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Plano de venda de ativos segue em andamento

A CSN disse que o plano de venda de ativos anunciado em 15 de janeiro segue “a todo vapor, com o processo recebendo mais interessados do que o inicialmente esperado”.

Ao fim de março, a companhia tinha R$ 14,6 bilhões em disponibilidades de caixa. Segundo a gestão, o montante é suficiente para honrar os compromissos financeiros de curto prazo.

Os investimentos, medidos pelo capex, totalizaram R$ 1,126 bilhão no primeiro trimestre. O valor ficou praticamente estável em relação aos R$ 1,127 bilhão registrados no mesmo período de 2025 e caiu 44,9% ante o trimestre anterior.

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