Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Alta dos custos do gás ameaça planos de expansão de termelétricas na Ásia
Publicado 14/10/2026 • 10:00 | Atualizado há 57 minutos
ASML divulga resultados acima da expectativa do mercado, carteira de pedidos até 2030 e ações puxam índices europeus
Irã reforça instalações nucleares diante da possibilidade de ataques dos EUA após eleições de meio de mandato, diz jornal
Petróleo sobe a US$ 105 enquanto AIE prevê aperto no diesel até 2027 após ataque a prédio administrativo da Aramco
Bank of America é multado em US$ 1,2 bilhão por violações de lavagem de dinheiro
Funcionário saudita da OpenAI é preso por instalar dispositivo de gravação em seu escritório
Publicado 14/10/2026 • 10:00 | Atualizado há 57 minutos
KEY POINTS
Foto: Unsplash
Alta dos custos do gás ameaça planos de expansão de termelétricas na Ásia
O aumento dos preços do gás natural e as dificuldades para conseguir equipamentos estão levando países asiáticos a rever projetos de usinas termelétricas. Vietnã e Filipinas enfrentam obstáculos para ampliar o uso do gás na geração de energia, enquanto fontes renováveis ganham espaço com custos menores.
As crises internacionais, incluindo a guerra entre Rússia e Ucrânia e o conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã, aumentaram a instabilidade dos preços e os riscos da dependência do gás natural liquefeito (GNL). Dessa forma, energias renováveis e limpas estão entre as principais prioridades dos países.
Leia também: Alta dos custos do gás ameaça planos de expansão de termelétricas na Ásia
De acordo com a mídia internacional, estima-se que apenas 14,9 gigawatts dos 53 GW em projetos de geração a gás previstos para o sudeste asiático devam entrar em operação até 2030. O Vietnã concentra a maior parte dos atrasos, com 25,7 GW em projetos que podem não sair do papel até o fim da década.
Além disso, o problema vai além dos custos do combustível. A disputa global por turbinas, inclusive com empresas que atendem à demanda, dificulta a compra de equipamentos e atrasa a expansão da infraestrutura elétrica.
Com os custos do gás sofrendo alterações constantes, governos asiáticos buscam alternativas para reduzir a dependência de combustíveis importados. Bangladesh e Tailândia anunciaram planos para ampliar a energia solar, enquanto o Vietnã avalia aumentar a geração elétrica a carvão.
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCNas Filipinas, mais consumidores instalam painéis solares nos telhados para reduzir os gastos com eletricidade. A expansão acompanha a queda dos custos das fontes renováveis e a busca por maior segurança no fornecimento de energia.
A Agência Internacional de Energia (AIE) prevê que a energia solar e eólica representarão 11% da estrutura energética do Sudeste Asiático até 2030.

Leia também: Energia renovável perde força no Brasil e novas instalações caem 27%
Mesmo com as alterações nos preços e entregas, a demanda por gás natural liquefeito deve continuar crescendo na Ásia, impulsionada pela expansão econômica e pela queda da produção local de gás.
As projeções apontam que o consumo no sudeste asiático passe de 27 milhões de toneladas em 2025 para 39 milhões em 2028. O setor também defende o uso do gás para manter a estabilidade das redes elétricas e abastecer as usinas termelétricas, além de atender a períodos de maior consumo.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
DECISÃO 2026: Flávio Bolsonaro tem 55% dos votos válidos contra 45% de Lula no segundo turno, aponta pesquisa Gerp
2
Lotofácil: concurso 3.803 tem prêmio de R$ 2 milhões; confira o resultado
3
Brasil pode superar os Estados Unidos e se tornar maior exportador agrícola do mundo em 2026
4
Médicos acionistas da Oncoclínicas cobram auditoria e questionam gestão em meio à crise financeira
5
DECISÃO 2026: Flávio tem 53,1% dos votos válidos contra 46,9% de Lula, aponta pesquisa DataTrends