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Energia

Eficiência energética ganha papel estratégico diante da transição global para renováveis

Publicado 11/05/2026 • 21:00 | Atualizado há 22 horas

KEY POINTS

  • A eficiência energética se tornou estratégica para empresas diante da dependência de combustíveis fósseis e da pressão por descarbonização, sendo já incorporada por 63% dos líderes globais como parte central de suas estratégias.
  • O avanço de conflitos globais está acelerando a transição energética, com destaque para investimentos de big techs em energia nuclear para sustentar a demanda crescente de data centers e inteligência artificial.
  • Empresas como a ABB registram forte crescimento impulsionado por eletrificação, automação e digitalização, ao mesmo tempo em que revisam cadeias de suprimentos para reduzir dependências e aumentar a autonomia regional.

A dependência dos combustíveis fósseis e a necessidade de descarbonização tornaram a eficiência energética um componente estratégico vital para as empresas.

Luciano Nassif, presidente da ABB no Brasil, explicou que os conflitos globais aceleram a transição para fontes renováveis e novas tecnologias de controle. “A eficiência energética deixou de ser um componente meramente exclusivo para as questões climáticas e passou a ser estratégico. 63% dos líderes globais afirmaram que já usam a eficiência energética como parte de sua estratégia”.

Nassif comentou que as Big Techs têm investido em energia nuclear para atender à crescente demanda de data centers e de inteligência artificial. Ele afirmou que as empresas vêm adotando iniciativas para garantir a própria geração de energia, por meio de parcerias que permitem acelerar o processo de investimentos voltados à inteligência artificial.

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Em relação aos resultados financeiros, o presidente da ABB informou que a multinacional registrou números recordes, com pedidos globais que teriam alcançado US$ 11 bilhões no primeiro trimestre. Ele acrescentou que o faturamento também teria chegado a quase US$ 9 bilhões e que a expectativa é de continuidade do crescimento ao longo de 2026, impulsionado pela demanda por eletrificação, automação e digitalização.

Diante das incertezas geopolíticas, ele ressaltou que as companhias estão revisando suas cadeias de suprimentos para garantir maior autonomia regional. “Existe essa revisão em relação a como a cadeia de suprimentos vai se formando e a dependência que existe. O mundo observa de que maneira esses investimentos podem ser melhor direcionados”, analisou em entrevista ao Times Brasil — Licenciado Exclusivo CNBC.

“A importância do Brasil para a ABB é dada pelo tamanho da nossa economia e pela diversidade econômica que temos aqui, atendendo não só o país, mas toda a região”, concluiu.

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