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Entidade do setor de energia eólica pede sanção integral da MP 1304
Publicado 17/11/2025 • 07:44 | Atualizado há 11 meses
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Publicado 17/11/2025 • 07:44 | Atualizado há 11 meses
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Entidades do setor de energia eólica defendem a sanção integral da MP 1304 e alertam que um veto ao Art. 1º-A representaria o maior risco em duas décadas para a expansão renovável no país. O manifesto foi divulgado pela Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica) na última sexta-feira (14), duas semanas após avanço do texto no Congresso e às vésperas da sanção presidencial.
Segundo o documento, o artigo corrige uma distorção que afeta diretamente usinas eólicas e solares centralizadas, ao permitir que o Ministério de Minas e Energia defina critérios técnicos para enquadrar riscos de mercado decorrentes de sobreoferta. A medida busca garantir segurança jurídica e estabilidade regulatória ao setor de energia.
As entidades sustentam que os cortes de geração registrados desde 2023 terão ressarcimento dentro da própria CCEE, sem impacto tarifário. O mecanismo utiliza saldos regulados que, segundo o manifesto, ainda deixam mais de R$ 1 bilhão de sobra aos consumidores.
O texto cita análises do Operador Nacional do Sistema, que indicam cortes residuais após a expansão das linhas de transmissão. Mesmo assim, episódios recentes mostraram que algumas usinas tiveram reduções superiores a 50% da geração mensal, o que compromete a viabilidade de projetos já em operação.
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Siga o Times | CNBCPara as associações do setor de energia, vetar o artigo provocaria judicialização, retração de financiamentos e perda de empregos qualificados, além de deteriorar a confiança dos investidores. O manifesto afirma que a mudança é determinante para preservar modicidade tarifária, estabilidade institucional e a continuidade da expansão renovável.
A presidente da ABEEólica, Elbia Gannoum, reforça que a decisão presidencial terá impacto direto sobre a competitividade do país na transição energética. O documento defende que a sanção integral é indispensável para proteger investimentos e assegurar previsibilidade regulatória.
No posicionamento conjunto, o setor de energia afirma que a manutenção do Art. 1º-A é essencial para o presente e o futuro da geração renovável no Brasil.
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