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Petrobras e Shell arrematam áreas do pré-sal na Bacia de Santos
Publicado 04/12/2025 • 12:21 | Atualizado há 5 meses
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Publicado 04/12/2025 • 12:21 | Atualizado há 5 meses
KEY POINTS
Divulgação / Petrobrás
Extração no Foz do Amazonas
A Petrobras ampliou sua presença em dois dos principais campos do pré-sal após arrematar, no leilão de Áreas Não Contratadas da PPSA, as fatias da União nas jazidas compartilhadas de Mero e Atapu, localizadas na Bacia de Santos, litoral do Rio de Janeiro, na região do Pré-Sal.
A operação envolveu desembolsos superiores a R$ 8,7 bilhões em lances finais, reforçando a estratégia da estatal de fortalecer suas reservas de óleo e gás. O certame, no entanto, não teve concorrência e as áreas foram vendidas pelo lance mínimo.

No campo de Mero, o consórcio formado por Petrobras (80%) e Shell Brasil (20%) adquiriu a participação da União de 3,5%, oferecendo R$ 7,8 bilhões.
Com a transação, a fatia da Petrobras sobe de 38,6% para 41,4%.
Em Atapu, Petrobras (73,24%) e Shell (26,76%) arremataram 0,95% pertencentes à União, por R$ 1 bilhão. Assim, a participação da estatal aumenta de 65,68% para 66,38%.
Do total a ser desembolsado, a estatal pagará R$ 6,97 bilhões em dezembro de 2025. A assinatura dos contratos está prevista até março de 2026.
A companhia informou que o montante já estava contemplado em seu planejamento e que os volumes adquiridos permanecem dentro da margem estimada no Plano de Negócios 2026–2030.
A operação foi viabilizada pela Lei 15.164/2025, que autorizou a União a alienar participações decorrentes de acordos de individualização da produção em áreas não concedidas do pré-sal.
A estatal destacou que a aquisição está alinhada à estratégia de longo prazo para reposição de reservas com “resiliência econômica e ambiental”, reforçando o foco nas áreas de maior produtividade do pré-sal.
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Uma Área Não Contratada (ANC) é aquela que não está vinculada a nenhum contrato vigente — seja de concessão, cessão onerosa ou partilha de produção. Quando uma jazida se estende até uma ANC, é necessário firmar um acordo com a União para viabilizar a produção integrada da área.
Nesses casos, a PPSA atua como representante da União nas negociações, sempre que a área estiver localizada dentro do polígono do pré-sal ou em regiões consideradas estratégicas. Mesmo após o acordo, a titularidade da área permanece com a União.
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