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“Excelência vai ser o baseline”: executivo da Binder diz que o marketing atual precisa mudar com a IA Agêntica
Publicado 30/06/2026 • 17:22 | Atualizado há 52 minutos
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Publicado 30/06/2026 • 17:22 | Atualizado há 52 minutos
KEY POINTS
A evolução da Inteligência Artificial já está estabelecida e cada vez mais presente no cotidiano das empresas e até dos consumidores. A chamada IA Agêntica promete personalização, velocidade e estratégia, uma junção de fatores que pode ter um impacto em vários setores, mas principalmente no varejo.
De olho em como os agentes de inteligência artificial devem transformar a relação entre marcas e consumidores, algumas empresas já fazem prospecção e preparam o mundo corporativo para esse movimento.
Em entrevista ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC, com o sócio e vice-presidente de estratégia da Agência Binder, Lucas Daibert, o hábito de consumo, que hoje é o de fazer compras no e-commerce, vai passar a ser feito pelos agentes de IA. Nesse sentido, as marcas vão precisar se posicionar com mais estratégia para aparecer na busca da ferramenta, de forma a “criar um posicionamento de empresa que possa se conectar com o consumidor no final da ponta para não virarem passageiras do algoritmo”, diz.
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Siga o Times | CNBCEstratégias de marketing e mecanismos para atrair o algoritmo deverão passar por uma reformulação importante para esta nova fase da tecnologia. Daibert acredita que parte dos métodos não vão ser abandonados, mas sim unidos a outros, que serão lidos de forma mais efetiva pelos agentes de IA.
A adoção de tecnologias não pode ser vista como a única solução dos problemas. Para o executivo, a qualidade do produto ou serviço será fundamental, já que as informações externas também serão levadas em consideração. “A excelência vai ser o baseline porque esses agentes vão buscar dados sobre entrega, velocidade, avaliação dos usuários, comentários nas redes sociais”, afirma Daibert.
A base da Inteligência Artificial agêntica está no fato de a tecnologia passar a tomar decisões e executar tarefas. O estrategista afirma que, mais do que nunca, a construção de relevância de marca precisa estar no escopo das empresas. “A maneira como a gente fazia marketing no passado, de encaixotar as pessoas em clusters, vai mudar. A gente vai entender essa singularidade e a partir daí a gente vai ter que montar o nosso negócio. A gente vai ter que criar a nossa empresa a partir da singularidade do consumidor”, disse.
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