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Fusões e aquisições em telecomunicações e mídia caem 36% em 2024, aponta KPMG
Publicado 19/03/2025 • 17:29 | Atualizado há 10 meses
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Publicado 19/03/2025 • 17:29 | Atualizado há 10 meses
KEY POINTS
Setor de telecomunicações.
Pixabay.
O número de fusões e aquisições realizadas no setor de telecomunicações foi 36% menor em 2024 em relação a 2023. De janeiro a dezembro, foram efetuadas 36 operações, contra 57 no ano anterior. Os dados constam em um estudo realizado trimestralmente pela KPMG, com a participação de 43 setores da economia brasileira.
“O setor de telecomunicações e mídia apresentou um volume significativo de transações nos últimos anos, com 66 operações em 2021, 61 em 2022 e 57 em 2023, refletindo o movimento natural de consolidação do mercado. No entanto, em 2024, observou-se uma retração, com uma redução de 36% no número de transações, acompanhada por um predomínio de capital nacional nas operações de M&A. Para este ano, a tendência é que as transações sejam conduzidas com ainda mais rigor, demandando justificativas robustas para o custo do capital investido”, analisa o sócio-líder de tecnologia, mídia e telecomunicações da KPMG no Brasil e América do Sul, Márcio Kanamaru.
Com relação ao tipo de operação realizada no setor de telecomunicações e mídia, das 36 concretizadas de janeiro a dezembro de 2024, 25 foram domésticas, ou seja, realizadas entre empresas brasileiras; 10 envolveram estrangeiros adquirindo capital de companhias estabelecidas no país (tipo CB1); e 1 correspondeu a uma empresa de capital brasileiro adquirindo, de estrangeiros, capital de uma empresa estabelecida no exterior (tipo CB2).
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De acordo com a pesquisa da KPMG, o Brasil registrou 1.582 fusões e aquisições de empresas em 2024, um leve aumento de 5% em relação a 2023, quando foram realizadas 1.505 operações desse tipo.
As operações domésticas entre organizações brasileiras (981) lideraram essas transações, seguidas pelas aquisições realizadas por empresas de capital majoritário estrangeiro (394), que adquiriram, de brasileiros, capital de companhias estabelecidas no Brasil.
“Os dados nacionais do levantamento evidenciam uma retomada importante no mercado de fusões e aquisições. Após dois anos seguidos de queda nessas transações, os números revelam que as empresas estão mais ativas nessas operações. O número de 2024 superou o de 2023 e, apesar de ser inferior ao de 2022 e 2021, já é superior aos totais registrados em 2020 e nos demais anos anteriores de nossa série histórica”, complementa o sócio-líder de fusões e aquisições da KPMG no Brasil, Gustavo Vilela.
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