Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Hapvida: o que a nova decisão da ANS pode mudar nos resultados da empresa?
Publicado 08/12/2025 • 09:22 | Atualizado há 6 meses
CEO da Honeywell Aerospace prevê forte crescimento após estreia da empresa como companhia independente
Ações da Akzo Nobel despencam após fracasso de negociações de aquisição; bolsas europeias fecham em queda
Empresas de criptomoedas tentam deixar ciclo de hype para buscar receitas mais estáveis
EUA propõem novas tarifas sobre 60 economias devido a práticas comerciais de trabalho forçado
Venda de US$ 80 bi em ações da Alphabet coloca Wall Street em “território sem precedentes”, diz Goldman Sachs
Publicado 08/12/2025 • 09:22 | Atualizado há 6 meses
KEY POINTS
Na última sexta-feira (5), a Hapvida (HAPV3) e a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) se encontraram para tomar mais uma decisão que pode impactar a reputação da operadora.
Na ocasião, discutiu-se se o valor de quase R$ 1 bilhão – referente à dívida perdoada de R$ 866 bilhões com o SUS – deveria permanecer ou ser retirado do balanço do ano passado. Isso aconteceu porque o saldo foi perdoado pelo Programa Desenrola.
Entretanto, o valor foi registrado no balanço de 2024 antes do governo concluir a análise oficial do caso. Consequentemente, essa inserção não autorizada inflou os resultados da Hapvida. Por isso, o encontro na 631ª Reunião da Diretoria Colegiada avaliava o recurso apresentado pela operadora de saúde, que questionava a decisão da ANS.
Mesmo assim, a agência determinou que o valor deve ser retirado do balanço de 2024 da Hapvida. Com a decisão, o convênio médico pode encontrar dois cenários negativos.
Leia mais: Maior plano de saúde do país está em crise; entenda o risco do setor
Leia mais: Quem é o dono da Hapvida? Conheça o empresário por trás do maior plano de saúde do Brasil
Segundo a análise da Ativa Investimentos, deve haver queda no valuation da Hapvida, movimentado pelo impacto do desempenho contábil distorcido, que deve afetar o ativo e o patrimônio líquido da empresa.
Ademais, a desconfiança que os investidores têm em relação à operadora deve continuar crescendo.
Em nota, a operadora Hapvida afirma “A companhia acompanhou a audiência da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e seguirá integralmente o que foi determinado pelo órgão regulador, inclusive já havia oficiado a ANS nesse sentido anteriormente.”
A empresa destaca que as mudanças não afetam em nenhum momento as demonstrações financeiras consolidadas elaboradas conforme o padrão internacional IFRS 17, adotado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
Segundo a companhia, as alterações dizem respeito apenas às demonstrações enviadas à ANS (ANS-GAP), que têm finalidade regulatória específica e utilizam metodologia diferente daquela aplicada ao mercado de capitais.
Siga o Times Brasil no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Seguir no GoogleCom isso, afirma a empresa, não há qualquer possibilidade de “republicação de balanço” relacionado às demonstrações IFRS já divulgadas ao mercado, as quais refletem integralmente e com metodologia própria todos os efeitos contábeis necessários.
A Hapvida reforça ainda que as revisões no demonstrativo ANS-GAP não alteram, reduzem ou modificam o resultado contábil apresentado ao mercado, incluindo o balanço já aprovado pelo auditor independente.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Mais lidas
1
Operação entre BTG e primo de Vorcaro vira alvo do STF e da Polícia Federal
2
EUA propõem nova tarifa de 12,5% ao Brasil em investigação sobre trabalho forçado; 60 países são taxados
3
Greg Abel adota estilo de Buffett em ofensiva de quase R$ 85 bilhões e amplia aposta em tecnologia
4
Reforma tributária força varejo e consumo a rever preços, logística e créditos fiscais
5
Ibovespa cai 1,70% e dólar sobe a R$ 5,04 sob pressão de tarifas americanas e conflito EUA-Irã