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Joint Venture: o que é, por que existe e seus tipos
Publicado 31/03/2026 • 09:00 | Atualizado há 1 mês
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Publicado 31/03/2026 • 09:00 | Atualizado há 1 mês
KEY POINTS
Foto: Freepik.
Joint Venture: o que é, por que existe e seus tipos
Quando duas empresas se unem para criar uma nova companhia, essa colaboração é chamada de joint venture (JV). No Brasil, a palavra inglesa que representa “união de risco” é representada por exemplos como: Raízen, criada pela Shell e Cosan, e Ímpar, fundada por Dasa e Amil.
Em geral, esse modelo de parceria existe para favorecer a realização de alguma atividade econômica de maneira eficiente. O mais comum é que esses contratos tenham tempo determinado, podendo ser de curta ou longa duração. Contudo, acordos de tempo indeterminado também existem.
No que se refere à proposta, a joint venture apresenta amplas possibilidades. Das empresas de pequeno até as de grande porte, passando por indústrias e até grupos comerciais, a JV atende a projetos curtos e também outros mais complexos.
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Empresas recorrem às joint ventures quando estão interessadas em se desenvolver com menos riscos e trocando habilidades com outras companhias. Esse modelo também permite reduzir gastos e aumentar a rentabilidade.
De acordo com a FIA Business School, as aplicações de JV incluem:
Nesse contexto, existem ainda outras possibilidades de associação, como:
Ou seja, além de compartilhar riscos e trocar habilidades, também se compartilham os resultados.
Dessa forma, as vantagens desse modelo englobam: risco e investimento compartilhado, acesso a novos mercados e eficiência operacional. Mesmo assim, ainda podem existir desvantagens, como conflito entre participantes, objetivos divergentes, quebra de confiança e fracasso compartilhado.
Entre os tipos de joint ventures, estão diferentes categorizações. De acordo com a FIA Business School, essas empresas podem ser nacionais ou internacionais, temporárias ou permanentes, com e sem compartilhamento de capital financeiro.
Entretanto, juridicamente falando, existem dois tipos: a joint venture contratual e a societária.
No caso da JV Contratual, não se cria uma nova empresa em si, então não existem um CNPJ e nem vínculos societários. Nesse caso, o foco é uma colaboração para atividades ou projetos de curto ou médio prazo, com equipes estabelecidas pelas empresas participantes.
Por outro lado, a JV societária exige um CNPJ próprio. Quando empresas escolhem essa modalidade, os projetos costumam ser de longo prazo ou de duração pré-definida. Também é mais comum que haja aplicação de capital vinda de todas as envolvidas. Em geral, trata-se de uma versão mais complexa de joint venture.
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