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Nissan encerra operação na Argentina e passa a focar em importação
Publicado 27/04/2026 • 22:21 | Atualizado há 2 horas
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Publicado 27/04/2026 • 22:21 | Atualizado há 2 horas
KEY POINTS
Divulgação/Nissan
A Nissan anunciou nesta segunda-feira (27) uma reestruturação importante da operação na Argentina que deve encerrar a atuação direta da montadora como filial no país.
A empresa assinou um memorando de entendimento com os grupos argentinos SIMPA e Tagle para avaliar a possível transferência da operação comercial local para um modelo de distribuidor. O movimento tem foco em eficiência e agilidade operacional, segundo a companhia.
O documento ainda não representa um acordo definitivo. A Nissan informou que o processo está em fase de análise e depende da revisão de diferentes aspectos do negócio antes de uma eventual assinatura final.
Caso a transação avance, a operação argentina será transferida para um novo distribuidor local e passará a integrar a NIBU, unidade de negócios da Nissan que reúne 36 mercados importadores da América Latina. Com isso, a Argentina deixaria de funcionar como uma operação direta da matriz e passaria a seguir um modelo baseado em importação e distribuição local.
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Apesar da mudança, a Nissan afirma que suas atividades comerciais na Argentina continuarão normalmente. A empresa diz que manterá a venda de veículos, o lançamento de novos modelos, os serviços de atendimento e pós-venda e a rede de concessionárias no país.
A decisão faz parte do plano global de reestruturação da companhia, chamado Re:Nissan. O programa foi lançado para recuperar desempenho, reduzir custos e criar uma estrutura mais enxuta. Entre as medidas, a Nissan prevê cortar 20 mil postos de trabalho e reduzir sua base industrial de 17 para 10 fábricas até o ano fiscal de 2027.
O movimento ocorre depois do fracasso das negociações de integração entre Nissan e Honda. As duas montadoras assinaram, em dezembro de 2024, um acordo preliminar para estudar uma combinação de negócios, mas encerraram as conversas em fevereiro de 2025.
Na mesma data, Nissan, Honda e Mitsubishi também encerraram o entendimento que avaliava uma colaboração tripartite. As empresas, no entanto, afirmaram que seguiriam colaborando dentro de uma parceria estratégica voltada a veículos eletrificados e tecnologias inteligentes.
As discussões entre Nissan e Honda perderam força após a possibilidade de transformar a Nissan em subsidiária da Honda entrar na mesa. O então CEO da Nissan, Makoto Uchida, afirmou que não poderia aceitar esse modelo.
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A tentativa frustrada de integração ocorreu em meio a um cenário de pressão sobre a indústria automotiva global, com competição mais intensa de fabricantes chinesas, avanço dos veículos elétricos e necessidade de redução de custos.
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