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Petrobras continua evitando trazer volatilidade externa ao mercado interno, diz Magda
Publicado 14/10/2025 • 18:56 | Atualizado há 8 meses
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Publicado 14/10/2025 • 18:56 | Atualizado há 8 meses
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Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
A presidente da Petrobras, Magda Chambriard
A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, reafirmou nesta terça-feira (14) que a estatal mantém sua política de evitar repassar a volatilidade do preço do petróleo ao mercado interno, preservando o equilíbrio entre paridade de importação e exportação, market share e estabilidade de preços para definir eventuais ajustes.
“Isso vale para a gasolina, isso vale para o diesel. Então, não estamos fazendo nada de diferente”, afirmou a executiva, ao ser questionada sobre uma possível redução no preço da gasolina, que atualmente está cerca de 10% mais cara no Brasil em relação ao mercado internacional.
Magda participou da reunião do Conselho Empresarial de Petróleo e Gás da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), da qual já fez parte antes de assumir o comando da estatal.
A Petrobras está há 134 dias sem reajustar o preço da gasolina e 162 dias sem alterar o valor do diesel, em meio a um cenário de estabilidade internacional do petróleo e de discussões internas sobre previsibilidade de preços e competitividade do mercado doméstico.
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De acordo com a Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), os preços praticados pela Petrobras ainda estão acima da paridade internacional no caso da gasolina e abaixo no caso do diesel. Pelos cálculos da entidade, a gasolina poderia ter uma redução de R$ 0,24 por litro, enquanto o diesel teria alta de cerca de R$ 0,20 por litro para se alinhar ao mercado externo.
A expectativa do mercado é de que a estatal anuncie em breve uma redução no preço da gasolina, acompanhando o recuo das cotações internacionais. Já o diesel, que representa o maior volume de vendas da Petrobras, deve permanecer inalterado, em razão da estratégia de preservar margens e evitar nova pressão inflacionária sobre o transporte de cargas e o setor produtivo.
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