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PF apreende passaporte de dono da Polishop por dívida milionária
Publicado 26/01/2026 • 17:59 | Atualizado há 3 meses
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Publicado 26/01/2026 • 17:59 | Atualizado há 3 meses
KEY POINTS
Divulgação/Polishop
João Appolinário é fundador da Polishop
A Justiça de São Paulo determinou que a Polícia Federal apreenda e bloqueie, pelo prazo de dois anos, o passaporte do empresário João Appolinário, fundador e controlador da Polishop. A informação foi confirmada pelo Times Brasil — Licenciado Exclusivo CNBC.
A decisão foi assinada pelo juiz Douglas Ravacci e atende a um pedido do Itaú, que cobra da empresa uma dívida superior a R$ 1,9 milhão. Segundo o banco, a Polishop contratou um empréstimo de R$ 5 milhões em 2020, com previsão de pagamento em 42 parcelas mensais, mas deixou de honrar os compromissos a partir de abril de 2024. Appolinário ainda pode recorrer das decisões.
Leia mais:
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A Polishop está em recuperação judicial desde 2024, e Appolinário figura no contrato como devedor solidário, o que o torna pessoalmente responsável pela obrigação. Nos autos, o Itaú também afirma que o empresário declarou ao Fisco um patrimônio acima de R$ 170 milhões, argumento utilizado para sustentar o pedido de bloqueio do documento.
A medida foi adotada após o banco alegar que, mesmo com a recente penhora de bens, não houve qualquer pagamento, nem mesmo parcial, da dívida.
Além do bloqueio do passaporte, o empresário enfrenta outras frentes judiciais. Na semana passada, a Justiça autorizou a penhora de bens pessoais para tentar garantir o pagamento de uma dívida de R$ 24,9 milhões com a empresa Versuni Brasil Ltda. A decisão, assinada pelo juiz Renan Jacó Mota, inclui a apreensão de dois imóveis residenciais localizados no Jardim Paulista, área nobre da capital.
Em outro processo, em agosto de 2024, três imóveis ligados ao empresário já haviam sido penhorados em razão de débitos da Polishop com o Mooca Plaza Shopping, relacionados ao aluguel de uma unidade comercial.
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