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Porsche tem maior queda de vendas desde 2009 e vê lucro despencar em 2025
Publicado 16/01/2026 • 20:31 | Atualizado há 4 semanas
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Publicado 16/01/2026 • 20:31 | Atualizado há 4 semanas
KEY POINTS
Foto: Divulgação/Porsche
A Porsche informou nesta sexta-feira (16) que vendeu 279.449 veículos em 2025, queda de 10% em relação ao ano anterior. O resultado marca o maior recuo anual da montadora desde 2009, quando a crise financeira global afetou de forma significativa a indústria automotiva.
A fabricante, que integra o grupo Volkswagen, atravessa um período de realinhamento estratégico após revisar sua transição acelerada para veículos totalmente elétricos. A empresa voltou a priorizar modelos a combustão e híbridos plug-in, diante de uma desaceleração na demanda por elétricos em alguns mercados.
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Embora os resultados financeiros completos de 2025 só sejam divulgados em 11 de março de 2026, dados preliminares dos nove primeiros meses do ano indicam forte deterioração operacional. O lucro operacional caiu 99%, de € 4,035 bilhões para cerca de € 40 milhões. No terceiro trimestre, a companhia registrou prejuízo operacional de € 967 milhões, a primeira perda desde sua abertura de capital, em 2022.
Em termos de mix de vendas, veículos totalmente elétricos representaram 22,2% das entregas, enquanto os modelos híbridos plug-in responderam por 12,1%, sinalizando uma desaceleração no ritmo de eletrificação em comparação aos planos originais da montadora.
O desempenho foi negativo na maior parte dos mercados. As entregas recuaram 26% na China, 13% na Europa (excluindo a Alemanha) e 16% no mercado alemão. A América do Norte permaneceu estável e se manteve como o maior mercado regional da Porsche, com 86.229 veículos entregues no ano.
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Além dos desafios operacionais, a companhia também está exposta ao risco de novas tarifas comerciais nos Estados Unidos, estimadas em cerca de € 700 milhões. A vulnerabilidade decorre do fato de a Porsche não possuir unidades de produção no país, o que a torna mais dependente de importações.
O cenário reforça os desafios enfrentados pelas montadoras de luxo em um ambiente de demanda mais volátil, transição tecnológica mais lenta do que o esperado e crescente pressão geopolítica sobre cadeias globais de produção.
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