Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
SEC, FINRA, CVM e Banco Central: entenda os órgãos citados no caso Naskar
Publicado 26/05/2026 • 08:40 | Atualizado há 5 meses
Ataque à Binance: Investigadores travam “jogo de gato e rato” para recuperar US$ 6,3 bilhões em fundos roubados
Binance: o que sabemos sobre ataque hacker e quais devem ser os próximos passos
Chevron e Exxon veem lucros aumentarem na casa dos 200% com a disparada dos preços do diesel em meio a guerras
Nvidia rebate suspeita de espionagem chinesa ligada a Jensen Huang e diz que acusações foram investigadas e descartadas
Eleições pelo mundo colocam à prova a influência de Trump no exterior
Publicado 26/05/2026 • 08:40 | Atualizado há 5 meses
KEY POINTS
Foto: Unsplash
SEC, FINRA, CVM e Banco Central: entenda os órgãos citados no caso Naskar
O caso envolvendo a fintech Naskar e a venda para uma gestora estrangeira levantou questionamentos sobre a atuação de empresas que captam recursos de investidores no Brasil e no exterior sem a devida supervisão dos órgãos reguladores.
Nesse contexto, a menção a entidades como SEC, FINRA, CVM e Banco Central passou a chamar a atenção de investidores e especialistas do mercado financeiro.
As suspeitas se intensificaram após a identificação de que a suposta compradora da Naskar, a Azara Capital, não possuía registro nos principais órgãos reguladores dos Estados Unidos e, além disso, não tinha autorização para operar de forma regular no sistema financeiro internacional.
Leia também: Naskar: venda à gestora americana levanta suspeita de farsa e sócios estudam pedir recuperação judicial
A Securities and Exchange Commission (SEC) é o principal órgão regulador do mercado de capitais norte-americano. Ela atua de forma semelhante à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) no Brasil, fiscalizando empresas que captam recursos de investidores e garantindo transparência nas operações.
Na prática, qualquer instituição que deseje atuar na gestão de ativos, realizar ofertas públicas de investimento ou captar recursos precisa se registrar na SEC. Sem esse registro, a empresa atua de forma irregular e pode sofrer sanções civis e criminais.
No caso da Naskar, a ausência de registro da suposta gestora compradora na SEC foi um dos pontos levantados como alerta por especialistas, já que operações internacionais legítimas normalmente passam por essa validação.
A Financial Industry Regulatory Authority (FINRA) é uma entidade de autorregulação dos Estados Unidos. Diferente da SEC, que é um órgão governamental, a FINRA supervisiona corretoras e profissionais do mercado financeiro.
Ela estabelece regras de conduta, monitora operações e protege investidores contra práticas abusivas. Além disso, empresas e intermediários que atuam no mercado americano precisam estar vinculados à FINRA para operar legalmente.
No contexto do caso Naskar, a ausência de registro na FINRA reforça dúvidas sobre a estrutura e a real existência operacional da gestora envolvida na suposta aquisição.
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCNo Brasil, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) é o órgão responsável por fiscalizar o mercado de capitais. Sua função é proteger investidores, garantir transparência e coibir práticas fraudulentas em operações financeiras.
A CVM regula empresas que captam recursos de investidores, além de fundos, gestoras e companhias abertas. Nesse sentido, quando uma empresa opera sem registro, ela sai do sistema regulado e, consequentemente, não pode oferecer investimentos ao público.
No caso da Naskar, a própria CVM informou que a fintech não possuía autorização para atuar como instituição financeira regulada e, por consequência, esse fator reforça as suspeitas sobre sua atuação no mercado.
O Banco Central do Brasil é responsável por autorizar e supervisionar instituições financeiras, além de garantir a estabilidade do sistema bancário. Ele regula bancos, fintechs de pagamento e outras entidades que movimentam recursos de terceiros.
Empresas que operam sem autorização do Banco Central não podem atuar como instituições financeiras formais. No caso da Naskar, a ausência desse registro também foi apontada como um dos fatores críticos na estrutura da operação.
Além disso, o Banco Central atua em conjunto com a CVM em casos que envolvem suspeita de irregularidades, ampliando a fiscalização sobre o sistema financeiro.
A menção simultânea à SEC, FINRA, CVM e Banco Central no caso Naskar ajuda a dimensionar o alcance regulatório da situação.
Nesse sentido, quando uma empresa afirma operar entre países ou captar recursos de investidores, ela precisa obrigatoriamente estar submetida às regras dos órgãos de cada jurisdição.
A ausência desses registros, como apontado nas investigações, levanta dúvidas sobre a legalidade das operações e sobre a estrutura das empresas envolvidas no caso Naskar.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
Binance promete cobrir perdas após maior ataque hacker da história, de US$ 6,3 bilhões; empresas de segurança atribuem ação a grupos da Coreia do Norte
2
Cotado para Fazenda, Rafael Fonteles diz que Lula buscará equilíbrio fiscal sem cortar programas sociais
3
Banco Central decreta liquidação da MW Pay, instituição ligada a bets, por violações graves às normas do sistema de pagamentos
4
Dívida externa avança 27,4% na gestão Lula, supera as reservas e Brasil deixa de ser credor externo líquido após 19 anos
5
Mercedes-Benz vai cortar mais empregos diante da perda de competitividade com a concorrência chinesa