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Mercado de bairro representa um terço do setor varejista brasileiro, indica pesquisa da NielsenIQ
Publicado 23/06/2025 • 11:49 | Atualizado há 10 meses
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Publicado 23/06/2025 • 11:49 | Atualizado há 10 meses
KEY POINTS
Prateleiras de um supermercado
Valter Campanato/Agência Brasil
Os canais de varejo tradicionais (mercearias) e autosserviço independente (pequenos supermercados) respondem por 33% do total de pontos de venda (PDVs) no Brasil, os quais são 1,5 milhão no total. De acordo com pesquisa da consultoria Nielsen IQ lançada na segunda-feira (16) pela Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores (Abad), durante evento em Atibaia (SP), essas lojas também são responsáveis por 30% do faturamento total do setor.
Maior canal em número de PDVs, com 416 mil lojas (28%) espalhadas pelo território nacional, as mercearias representam 11% do faturamento obtido anualmente pelo comércio. São lojas com tamanho médio de 45 metros quadrados e geralmente dois funcionários no balcão.
Já os pequenos supermercados, com 5% do total de PDVs, compõem 19% do faturamento. Na categoria de varejistas que não compõem redes e são de menor porte (ou AS Independente), as áreas de venda têm, em média, 300 metros quadrados, onde costumam trabalhar sete funcionários.
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A questão do estoque é um gargalo do segmento, pois não são todos os pequenos supermercados que possuem área destinada e tamanho suficiente para abrigar o estoque. Segundo o estudo, apesar de 74% dos respondentes afirmarem ter algum local específico para guardar os itens estocados, 37% deles possuem até 30 metros quadrados para este fim. Na sequência, 32% possuem áreas de até 100 m².
Encomendado pelo setor atacadista, o estudo da NielsenIQ destaca que o abastecimento desses estabelecimentos é o principal desafio enfrentado pelo pequeno varejista, uma vez que eles têm pouco espaço disponível para armazenar os produtos. “O abastecimento precisa ser prático, rápido e ter preços atraentes”, informa o estudo. “Afinal, sem produtos com bons preços sendo procurados pelos clientes, a loja não terá um bom resultado.”
Segundo a NielsenIQ, o “abastecimento por emergências” é o caso mais típico entre os supermercados de bairro e mercearias, isto é, 60% dessas lojas só fazem compras no atacado conforme a necessidade imediata dos produtos; 26% mantêm listas fixas e periódicas de compra; e 13% realizam as compras quando recebem representantes de venda dos atacadistas. Dessa forma, a maioria (48%) abastece uma vez por semana, enquanto 4% o fazem diariamente e 7%, uma vez por mês.
A decisão pelos fornecedores se baseia em três princípios: preço, confiança e urgência. A pesquisa destaca que “44% das decisões sobre a quantidade a ser comprada são baseadas nas promoções disponíveis”. Metade das decisões sobre este ou aquele fornecedor se baseia no preço oferecido. “Falta de bom relacionamento é o principal motivador para desconsiderar o fornecedor.”
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