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Starbucks demite CEO na Coreia do Sul após campanha ofender vítimas de massacre
Publicado 19/05/2026 • 08:30 | Atualizado há 2 meses
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KEY POINTS
Foto: Unsplash
Erro de marketing leva Starbucks a fechar 2 mil lojas; entenda
A operação da Starbucks na Coreia do Sul afastou nesta terça-feira (19) seu principal executivo depois que uma campanha promocional de copos reutilizáveis gerou repercussão no país.
A crise começou com o uso da expressão “Tank Day” para divulgar os produtos chamados “Tank tumblers”, lançados em 18 de maio, data que marca o aniversário do levante pró-democracia de Gwangju, em 1980.
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A associação com tanques militares, os mesmos usados para reprimir os manifestantes, foi imediata.
O movimento, que completou 46 anos neste mês, deixou 165 civis mortos segundo números oficiais, 65 desaparecidos e outras 376 vítimas que morreram posteriormente por causa de ferimentos. Estimativas apontam que o número real pode ser ainda maior.
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Siga o Times | CNBCA repercussão chegou ao governo. O presidente Lee Jae Myung, que participou das cerimônias em memória do levante, usou o X para criticar a ação, chamando-a de desrespeitosa às vítimas e qualificando a conduta como “desumana e vergonhosa”.
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O Shinsegae Group, conglomerado que opera a rede no país, decidiu demitir Son Jung-hyun, então CEO da Starbucks Korea. Na véspera, a empresa divulgou um pedido formal de desculpas, admitindo que usou a expressão de forma “altamente inadequada” e prometendo reforçar a conscientização histórica entre seus funcionários.
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