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IBM apresenta nova tecnologia que aumenta potência dos chips em 50%

Publicado 25/06/2026 • 09:13 | Atualizado há 1 hora

KEY POINTS

  • A IBM apresentou nesta quinta-feira (25) uma nova tecnologia para chips.
  • Segundo a empresa americana, a tecnologia deve resultar, em um prazo de cinco anos, em novos chips com desempenho 50% maior.
  • Além do maior desempenho, o consumo de energia deve ser consideravelmente menor em comparação com os microprocessadores atuais.

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A IBM apresentou nesta quinta-feira (25) uma nova tecnologia que, segundo a empresa americana, deve resultar, em um prazo de cinco anos, em novos chips com desempenho 50% maior e consumo de energia consideravelmente menor em comparação com os microprocessadores atuais.

O grupo revelou os chips denominados “0,7 nm” (nanômetros), uma escala de comparação teórica que não reflete nem o tamanho do microprocessador nem o dos componentes que o chip contém.

Até agora, o modelo mais avançado era o “2 nm”, apresentado pela IBM em 2021 e cuja produção em massa começou no fim de 2025.

Leia também: IBM quer investir US$ 10 bi para levar computador quântico à produção em larga escala

Concretamente, quanto mais se reduz o tamanho, maior é o número de transistores no microprocessador, o que aumenta a potência de cálculo.

O modelo “0,7 nm” permite colocar quase 100 bilhões de transistores em um chip do tamanho de uma unha da mão, ou seja, o dobro da densidade do “2 nm”, segundo a empresa.

A tecnologia desenvolvida pela IBM ainda não está pronta para produção em massa,  mas a empresa com sede em Armonk (estado de Nova York) espera atingir a produção (de chips em série) em, no mínimo, cinco anos.

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Segundo a empresa, a nova tecnologia deve levar a “um salto substancial de capacidades” ou de potência de processamento, 50% superior a dos “2 nm”.

Os chips fabricados com o novo sistema também devem realizar 1,7 vez mais cálculos do que a geração anterior com uma quantidade de energia equivalente.

O modelo deve permitir a continuidade da miniaturização até chegar a “0,1 nm” por volta de 2040, explicou Huiming Bu, vice-presidente de pesquisa e desenvolvimento de semicondutores.

O pesquisador destacou que a tecnologia poderia ser utilizada em processadores denominados CPU, os mais comuns, e GPU, os mais avançados para o desenvolvimento da inteligência artificial (IA).

A IBM não fabrica chips; seu modelo consiste em conceder licenças a indústrias que os produzem.

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