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Meta pede que Austrália reavalie proibição de menores em redes sociais; entenda
Publicado 12/01/2026 • 07:41 | Atualizado há 10 meses
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Publicado 12/01/2026 • 07:41 | Atualizado há 10 meses
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A gigante tecnológica Meta solicitou à Austrália, nesta segunda-feira (12), a repensar sua proibição de acesso às rede sociais por menores de 16 anos, após informar que bloqueou mais de 544 mil contas sob a nova lei.
A Austrália determinou que grandes plataformas como Meta, TikTok e YouTube devem impedir menores de terem contas, após uma lei que entrou em vigor no dia 10 de dezembro.
As empresas estão sujeitas a multas de 49,5 milhões de dólares australianos (R$ 177 milhões) se não tomarem “medidas razoáveis” para aplicar a norma.
A Meta, do bilionário Mark Zuckerberg, disse que havia removido 331 mil contas de menores no Instagram, 173 mil no Facebook e 40 mil no Threads.
O grupo afirmou estar comprometido com o cumprimento da lei, mas instou “o governo australiano a engajar-se de forma construtiva com o setor para encontrar um caminho melhor, como incentivar todo o setor a elevar as condições para oferecer experiências online seguras, que resguardem a privacidade e sejam adequadas à idade”, disse a Meta em comunicado.
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Siga o Times | CNBCO governo australiano indicou que exigiria responsabilização das redes sociais pelos danos aos jovens.
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“Plataformas como a Meta coletam grandes quantidades de dados de seus usuários para fins comerciais. Elas podem e devem usar essas informações para cumprir a lei australiana e garantir que pessoas menores de 16 anos não estejam em suas plataformas”, afirmou um porta-voz do governo.
A Meta afirmou que pais e especialistas temem que a proibição isole os jovens das comunidades online e os deixe expostos a aplicativos menos regulamentados e aos setores mais obscuros da internet.
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