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Vorcaro teria sondado PGR e PF sobre possível delação após prisão
Publicado 12/03/2026 • 09:15 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 12/03/2026 • 09:15 | Atualizado há 2 meses
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Reprodução SAP
Daniel Vorcaro
Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, fez uma sondagem inicial com investigadores da Procuradoria-Geral da República (PGR) e da Polícia Federal (PF) sobre a possibilidade de firmar um acordo de delação premiada.
A conversa preliminar ocorreu poucos dias após sua prisão, determinada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, na quarta-feira da semana passada, dia 4.
As tratativas ainda estão em estágio inicial e, até o momento, não houve a assinatura de um termo de confidencialidade, etapa que normalmente formaliza o início das negociações.
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A informação foi divulgada inicialmente pelo UOL e confirmada pelo Estadão com fontes que acompanham o caso.
A defesa de Vorcaro negou a existência de qualquer negociação. Em nota, os advogados afirmaram que “são inverídicas as notícias relacionadas à iniciativa de tratativas de delação premiada” e que a informação “jamais partiu de qualquer dos advogados envolvidos no caso”, acrescentando que a divulgação teria como objetivo prejudicar a estratégia de defesa.
Nos bastidores, advogados da família do empresário e investigadores avaliam que o avanço de eventuais conversas dependerá do resultado do julgamento sobre sua liberdade, previsto para começar na sexta-feira (13) no plenário virtual do STF.
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Segundo fontes próximas ao caso, Vorcaro manifestou forte insatisfação após a prisão e indicou a seus advogados que não estaria disposto a enfrentar um longo período de prisão preventiva.
Detido em São Paulo, ele foi transferido posteriormente para uma penitenciária federal em Brasília. A defesa pediu que as visitas ao empresário no presídio não sejam gravadas nem monitoradas por câmeras, procedimento padrão nesse tipo de unidade.
Em uma eventual negociação, a condução do acordo ficaria a cargo da equipe do procurador-geral da República, Paulo Gonet. A Polícia Federal poderia participar da coleta dos depoimentos, enquanto os termos e cláusulas seriam discutidos diretamente com a PGR.
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