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Xiaomi mira no carro mais vendido da Tesla na China com seu YU7 de longo alcance
Publicado 26/05/2025 • 08:48 | Atualizado há 12 meses
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Publicado 26/05/2025 • 08:48 | Atualizado há 12 meses
KEY POINTS
Antes do anúncio oficial, um relatório do Citi estimava que o YU7 custaria entre 250.000 e 320.000 yuans (US$ 34.800 a US$ 44.590)
Divulgação/Xiaomi
PEQUIM — A Xiaomi da China, conhecida por seus smartphones, entrou recentemente no segmento de veículos elétricos. Agora, está mirando a Tesla, o veículo mais vendido na China.
Menos de um ano após o lançamento de seu primeiro carro elétrico, a Xiaomi revelou na noite de quinta-feira (22) seu SUV YU7 e afirmou que ele teria uma autonomia de pelo menos 760 quilômetros (472 milhas) com uma única carga.
Isso está bem acima dos 719 km anunciados para o Model Y de autonomia estendida da Tesla. A autonomia de direção tem sido um argumento de venda para consumidores preocupados com o carregamento frequente da bateria.
“Esperamos que o YU7 reduza significativamente a participação de mercado do Tesla Model-Y na China”, disse o analista do Citi, Jeff Chung, em um relatório no domingo.
O Citi espera que o YU7 tenha um preço entre 250.000 e 320.000 yuans (US$ 34.700 e US$ 44.420) e prevê vendas mensais de cerca de 30.000 unidades. Com a retomada das vendas, o Citi prevê vendas anuais de 300.000 a 360.000 unidades.
Essa faixa de preço coloca o YU7 em competição com o Model Y da Tesla, que custa a partir de 263.500 yuans na China. A Xiaomi planeja anunciar o preço do YU7 no lançamento oficial do carro em julho.
A Xiaomi planeja anunciar o preço do YU7 no lançamento oficial do carro em julho.
O Modelo Y da Tesla foi o segundo veículo de nova energia mais vendido na China nos seis meses até abril, segundo a Autohome, uma plataforma online de informações ao consumidor sobre carros na China. O Seagull, muito mais barato, da BYD ficou em primeiro lugar, enquanto o econômico Wuling Hongguang Mini ficou em terceiro.
Somente em abril, o Geome Xingyuan, da Geely, liderou a lista de veículos de nova energia mais vendidos, seguido pelo Seagull, da BYD, e pelo Wuling Hongguan Mini, segundo dados da Autohome. O sedã SU7, da Xiaomi, ficou em quarto lugar, seguido por três modelos da BYD, enquanto o Model Y, da Tesla, ficou em oitavo.
O YU7 está posicionado como um “SUV de luxo” e suas vendas podem superar as do SU7, disse Elinor Leung, diretora administrativa de pesquisa de telecomunicações e internet na Ásia da CLSA, em nota.
No ano passado, a Xiaomi lançou seu primeiro carro elétrico, o sedã SU7, com preço US$ 4.000 menor que o do Model 3 da Tesla na época. Posteriormente, a Tesla reduziu o preço do Model 3 para 235.500 yuans em 26 de maio — embora ele ainda seja mais caro que o sedã SU7, custando 215.900 yuans.
A Xiaomi entregou mais de 28.000 unidades do seu carro SU7 em abril, abaixo do recorde de mais de 29.000 do mês anterior. Isso ocorreu após o acidente com um veículo SU7 na China, que deixou três mortos. Desde então, a China determinou que as montadoras sejam cautelosas com a linguagem ao anunciar sistemas de assistência ao motorista.
A Xiaomi revelou o YU7 na quinta-feira, no final de um evento de lançamento de um telefone premium que usa um novo chip que, segundo a empresa, supera o da Apple em certas métricas. A CNBC não conseguiu verificar as alegações de forma independente.
Empresa rival de carros elétricos Xpeng deve lançar na quarta-feira a versão Max do seu relativamente popular Mona M03. A versão Max inclui recursos mais avançados de assistência ao motorista. A empresa havia informado anteriormente que as entregas do Max começariam após o feriado do Ano Novo Lunar, em fevereiro.
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Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
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