Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Cinebiografia “Michael” enfrentou erro jurídico e refilmagens que custaram US$ 150 milhões
Publicado 23/04/2026 • 13:17 | Atualizado há 3 semanas
OpenAI negocia com UE novo modelo de segurança, enquanto Anthropic resiste a liberar o Mythos
Rali de 160% da Alphabet em um ano reflete valor de controlar “grande parte da cadeia” da IA
Julgamento da OpenAI revela suposta oferta de Elon Musk a Sam Altman para integrar conselho da Tesla
Greg Abel recebe avaliações moderadas em estreia no comando da Berkshire Hathaway
Nvidia amplia apostas bilionárias em IA e supera R$ 196 bilhões em investimentos
Publicado 23/04/2026 • 13:17 | Atualizado há 3 semanas
KEY POINTS
Divulgação / Michael
Michael tem estreia marcada após refilmagens caras causadas por erro jurídico e debate sobre legado do cantor volta ao centro da indústria
O filme Michael, cinebiografia de Michael Jackson, chega aos cinemas após um impasse jurídico que levou à refilmagem de parte relevante da produção e elevou custos em dezenas de milhões de dólares. O caso envolve um acordo antigo que impediu o uso de uma acusação de abuso em uma das fases da narrativa.
Além disso, o episódio expõe riscos ligados à adaptação de histórias reais, sobretudo quando envolvem disputas legais e questões sensíveis sobre reputação.
Durante a pós-produção, a equipe descobriu que um acordo firmado nos anos 1990 proibia a exploração comercial de um caso envolvendo um menor. Com isso, cenas já filmadas precisaram ser descartadas.
Em seguida, o produtor Graham King e o diretor Antoine Fuqua optaram por reestruturar o terceiro ato. A nova versão encerra a narrativa antes das acusações.
As mudanças atrasaram o lançamento em cerca de um ano e reduziram a duração total do filme para aproximadamente duas horas.
Apesar do histórico de controvérsias, Michael deve estrear com mais de US$ 60 milhões na América do Norte. Projeções indicam arrecadação global acima de US$ 500 milhões.
O interesse do público se concentra na recriação de performances conhecidas, incluindo músicas como “Thriller” e “Bad”. Estúdios envolvidos apostam na força do catálogo musical e na memória afetiva de diferentes gerações.
Além disso, parte relevante da receita esperada deve vir de mercados internacionais.
Caso o desempenho nas primeiras semanas confirme as projeções, há planos para uma continuação. O segundo filme deve abordar fases posteriores da carreira do artista.
Segundo executivos envolvidos, parte das cenas já foi gravada. Isso inclui sequências relacionadas às turnês das décadas de 1990 e 2000.
A decisão sobre a sequência deve ocorrer semanas após a estreia.
Após a morte do cantor em 2009, o espólio enfrentava dívidas elevadas. Ao longo dos anos, houve recuperação por meio de direitos musicais, streaming e produções derivadas.
O lançamento de Michael pode ampliar receitas ao impulsionar consumo do catálogo musical e produtos associados.
Paralelamente, o debate sobre a imagem do artista voltou ao noticiário após declarações do diretor Dan Reed, responsável pelo documentário Leaving Neverland.
Em entrevista, Reed afirmou que produções recentes evitam abordar acusações de abuso. Ele questionou a ausência do tema na cinebiografia e criticou a indústria por priorizar retorno financeiro.
O diretor também fez comparações controversas e disse que sua posição se baseia em anos de investigação.
Reed comentou ainda a retirada do documentário da HBO. Segundo ele, a decisão envolveu um acordo judicial ligado a uma cláusula de não difamação presente em contrato antigo.
Após negociações, a plataforma optou por retirar o conteúdo do catálogo. O diretor afirmou que a obra pode voltar a ser distribuída no futuro.
Mesmo com a repercussão do documentário, indicadores mostram que o impacto sobre a popularidade do artista foi limitado.
Dados de consumo apontam aumento recente no streaming de músicas e interesse por produtos ligados à carreira de Jackson.
Para Reed, parte do público separa obra e artista. Ele também mencionou um nível elevado de idolatria que dificulta críticas.
O caso envolve fatores legais, financeiros e culturais. A produção de Michael evidencia desafios de projetos baseados em figuras públicas com histórico controverso.
Ao mesmo tempo, os números projetados indicam que há demanda por conteúdos ligados ao artista, mesmo diante de disputas sobre sua trajetória.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings

Mais lidas
1
Meses antes de sumir com quase R$ 1 bilhão, Naskar já havia abandonado sede oficial em São Paulo
2
Ex-jogador de vôlei e ex-ESPN está entre sócios da Naskar, fintech que sumiu com quase R$ 1 bilhão de clientes
3
Por que os Correios dão prejuízo? Governo aponta principal motivo
4
Suspensão da Ypê atinge empresa no auge e muda disputa por mercado bilionário
5
Fintech Naskar, que oferecia remuneração maior que do Banco Master, desaparece com R$ 1 bi dos clientes