Clique aqui e cadastre-se agora usando o cupom “timesbrasil” para ganhar um bônus de até US$30 na sua conta.
Bitcoin dispara em 2024, mas especialistas alertam para volatilidade
Publicado 11/01/2025 • 14:13 | Atualizado há 1 ano
YouTube star MrBeast compra o aplicativo de serviços financeiros Step, focado em jovens
Ações da BP caem 5% após petroleira suspender plano de recompra de ações
Kering, dona da Gucci, salta 10% após novo CEO traçar plano de retomada
Cadillac revela pintura para estreia na Fórmula 1 e é processada por Michael Bay
Oracle sobe 9% enquanto setor de tecnologia tenta se recuperar de perda de US$ 1 trilhão
Publicado 11/01/2025 • 14:13 | Atualizado há 1 ano
KEY POINTS
Unsplash
Criptomoedas
O preço do Bitcoin disparou em 2024, mas especialistas alertam que é preciso cautela antes de embarcar em compras por impulso.
Apesar do desempenho, as criptomoedas, por sua volatilidade extrema, devem ocupar uma pequena fatia no portfólio de investimentos — no máximo 5%, segundo analistas financeiros.
A criptomoeda mais famosa do mundo registrou um crescimento de cerca de 125% ao longo do ano, encerrando 2024 valendo aproximadamente US$ 94 mil.
No mesmo período, o índice S&P 500 subiu 23%, enquanto o Nasdaq cresceu 29%. A vitória de Donald Trump na eleição presidencial dos Estados Unidos impulsionou a valorização, com a expectativa de políticas desregulamentadoras que favorecem o mercado cripto.
Outro fator foi a aprovação, pela Comissão de Valores Mobiliários dos EUA, dos primeiros ETFs que investem diretamente em Bitcoin e Ethereum, facilitando o acesso de investidores de varejo.
Por outro lado, especialistas alertam para a volatilidade das criptomoedas.
Desde 2015, o Bitcoin foi quase cinco vezes mais instável que ações de empresas americanas, e o Ethereum, cerca de dez vezes mais. Amy Arnott, estrategista da Morningstar, reforça: “Altos retornos vêm com altos riscos”.
Para ela, limitar a exposição a 5% do portfólio é prudente — e, em muitos casos, ignorar criptomoedas pode ser a decisão mais sensata.
A BlackRock, gigante da gestão de ativos, sugere que uma alocação de 1% a 2% em Bitcoin é “razoável” para investidores que aceitem o risco de quedas rápidas de preço. Um exemplo citado é que uma alocação de 2% em Bitcoin representa 5% do risco total de uma carteira tradicional 60/40. Ao aumentar para 4%, esse risco sobe para 14%.
Já a Vanguard, concorrente da BlackRock, adota outra abordagem. Em nota, afirmou que considera criptomoedas mais uma especulação do que um investimento devido à falta de fluxo de caixa e valor econômico intrínseco.
Para quem decide investir, especialistas recomendam estratégias de compra gradual, como o “dollar-cost-averaging”, que consiste em adquirir pequenas parcelas ao longo do tempo, reduzindo a exposição a grandes oscilações.
Também é indicado manter a alocação por um período mínimo de 10 anos, assim como outros ativos financeiros.
📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL:
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube On Demand
🔷 NAS PRÓXIMAS SEMANAS: FAST Channels: Samsung TV Plus, Pluto, TCL, LG Channels | Novos Streamings | YouTube Live
Clique aqui e cadastre-se agora usando o cupom “timesbrasil” para ganhar um bônus de até US$30 na sua conta.
Mais lidas
1
Apresentador Ratinho recebe aval do governo do Paraná para construção de resort de luxo em área de preservação
2
Tesouro Reserva: o que é e como funciona o novo título da B3?
3
Payroll: EUA criam o dobro de vagas de emprego que o esperado; desemprego cai para 4,3%
4
Banco do Brasil: estresse no agro será testado no balanço, mas dividendos robustos não devem voltar tão cedo
5
Brasil encerra 2025 com 50% da população adulta inadimplente