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Bolsas da Europa fecham em alta firme com expectativas por um acordo entre EUA e Irã
Publicado 12/06/2026 • 15:37 | Atualizado há 5 meses
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Publicado 12/06/2026 • 15:37 | Atualizado há 5 meses
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As bolsas europeias fecharam em alta firme nesta sexta-feira, 12 sustentadas pela melhora do apetite por risco diante das expectativas de um acordo entre Estados Unidos e Irã para encerrar o conflito no Oriente Médio. A perspectiva de reabertura do Estreito de Ormuz e de alívio nas tensões geopolíticas levou para baixo os preços do petróleo, reduzindo preocupações inflacionárias e favorecendo principalmente setores mais sensíveis ao ciclo econômico, como turismo, bancos e consumo.
Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 1,63%, a 10.471,72 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 1,66%, a 24.612,56 pontos. Em Paris, o CAC 40 ganhou 1,83%, a 8.350,87 pontos. Em Milão, o FTSE MIB avançou 1,97%, a 51.497,21 pontos. Em Madri, o Ibex 35 subiu 2,50%, a 18.747,10 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 0 76%, a 9.093,82 pontos. As cotações são preliminares.
Investidores acompanharam novos desdobramentos das negociações entre Washington e Teerã. Apesar de o presidente dos EUA, Donald Trump, acusar o Irã de divulgar informações falsas sobre os termos de um eventual acordo, o chanceler iraniano, Abbas Araghchi, afirmou que o memorando de entendimento “nunca esteve tão próximo” da conclusão.
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Siga o Times | CNBCA queda do petróleo reforçou a percepção de menor pressão inflacionária. Para o Deutsche Bank, o recuo da commodity e a expectativa de reabertura do Estreito de Ormuz levaram investidores a reduzir apostas em novas altas rápidas de juros. Já a Jefferies avaliou que o mercado permanece em “modo de alívio”, diante da possibilidade de evitar uma nova escalada do conflito. Na agenda econômica, a inflação anual ao consumidor da Alemanha desacelerou para 2,6% em maio, enquanto a produção industrial do Reino Unido ficou estável no mês, abaixo da expectativa do mercado.
Companhias ligadas a viagens e lazer se destacaram na Europa, com alta de 4,75% no setor, refletindo a perspectiva de combustíveis mais baratos e melhora da atividade econômica.
Entre as farmacêuticas, a Novo Nordisk subiu cerca de 1,6% depois que o Reino Unido aprovou a versão em comprimido do medicamento para perda de peso Wegovy. Bancos europeus figuraram entre os principais suportes dos índices, acompanhando a melhora do sentimento de risco no continente. O setor teve forte alta de 3,9%.
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