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Bolsas europeias fecham em baixa com investidores de olho nos juros dos EUA
Publicado 13/08/2026 • 15:09 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 13/08/2026 • 15:09 | Atualizado há 2 meses
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Pixabay
As bolsas europeias encerraram a sessão desta quinta-feira (13) em baixa, em um pregão marcado pela avaliação de balanços corporativos, indicadores econômicos e expectativas sobre a trajetória dos juros nos Estados Unidos.
Entre os investidores, ganhou força a possibilidade de o Federal Reserve (Fed) promover apenas um corte de juros até o fim do ano, após a divulgação de dados de inflação mais brandos no país.
O índice FTSE 100, de Londres, recuou 0,56%, aos 10.772,67 pontos. Em Frankfurt, o DAX caiu 0,15%, para 26.292,00 pontos, enquanto o CAC 40, de Paris, teve baixa de 0,28%, aos 8.650,56 pontos. Em Milão, o FTSE MIB registrou queda de 0,01%, aos 53.693,27 pontos. O Ibex 35, de Madri, recuou 0,18%, para 20.168,60 pontos, e o PSI 20, de Lisboa, caiu 0,21%, aos 9.254,47 pontos. O índice pan-europeu Stoxx 600 terminou praticamente estável, com baixa de 0,01%, aos 659,40 pontos. As cotações são preliminares.
Entre as empresas que divulgaram resultados, a Maersk avançou 9,4% em Copenhague após apresentar números robustos no segundo trimestre. A Pandora também teve alta de 8,5%, após registrar resultados positivos no período.
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Siga o Times | CNBCEm Londres, o desempenho das bolsas foi pressionado pelas mineradoras. As ações da Antofagasta recuaram 5,9%, mesmo após a empresa ampliar o lucro, em reação à redução da projeção de produção. A Rio Tinto caiu 4,7%, após a notícia de que a companhia e seus parceiros receberam US$ 1,8 bilhão em ajuda do governo australiano para manter a operação da fundição de Tomago.
No setor bancário, Commerzbank e UniCredit tiveram desempenho positivo. As ações do banco alemão subiram 1,6%, enquanto as do italiano avançaram 1%. O movimento ocorreu após a informação de que o Banco Central Europeu (BCE) está inclinado a aprovar a aquisição do Commerzbank pelo UniCredit. A informação consta de um documento interno visto pela Reuters, que apresenta a avaliação preliminar sobre a tentativa do banco italiano de concluir a operação, que pretende criar um dos maiores credores da Europa.
Entre os indicadores econômicos, o Produto Interno Bruto (PIB) do Reino Unido cresceu 0,4% no segundo trimestre, na comparação com os três meses anteriores, em linha com as expectativas. A Capital Economics, porém, avalia que o crescimento britânico deve perder força no restante do ano.
Na zona do euro, a produção industrial permaneceu estável em junho, na comparação com maio. O resultado ficou acima da expectativa do mercado, que previa queda de 0,1%.
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