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Decisões de bancos europeus alavancam bolsas
Publicado 18/12/2025 • 14:54 | Atualizado há 5 meses
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Publicado 18/12/2025 • 14:54 | Atualizado há 5 meses
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Bolsas de Nova York
As bolsas da Europa fecharam em alta nesta quinta-feira (18), em repercussão às decisões de política monetária do Banco da Inglaterra (BoE), que cortou os juros em 25 pontos-base (pb) a 3,75%, e do Banco Central Europeu (BCE), que manteve os juros inalterados em 2% pela quarta vez consecutiva.
O índice FTSE 100 fechou em alta de 0,65%, aos 9.837,77 pontos. Em Frankfurt, o DAX ganhou 0,99%, a 24.197,00 pontos. Em Paris, o CAC 40 avançou 0,80%, a 8.150,64 pontos. Em Milão, o FTSE MIB subiu 0,82%, a 44.463,28 pontos. Em Madri, o Ibex 35 ganhou 1,14%, a 17.131,80 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 registrou alta de 0,71%, a 8.128,00 pontos.
Durante a manhã, o BoE reduziu os juros e retomou o ciclo de flexibilização monetária, após pausa em setembro e novembro. A decisão foi apertada com placar de 5 a 4 votos favoráveis pela redução e, segundo o comunicado, os próximos passos dependerão da inflação. A Capital Economics avaliou que a reunião do Reino Unido adotou uma postura “hawkish“, mas mantém a previsão de mais cortes dos juros no próximo ano.
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Na sequência, o BCE mencionou que a decisão de manutenção “reconfirma que a inflação deve se estabilizar no objetivo de 2% no médio prazo” e elevou projeções de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) para 2025, 2026 e 2027. Em coletiva, a chefe do BCE, Christine Lagarde, ressaltou que a política monetária continua em uma “boa posição”, mas ressaltou que isso “não significa que estar estático“.
Dentre os papéis em destaque, as holandesas do setor de semicondutores ASML e ASM International avançaram cerca de 1,9% cada, seguindo a melhora das ações de tecnologia em Nova York. As ações da BP, gigante britânica de energia, em contrapartida, recuaram 1,3% depois de a empresa anunciar Meg O’Neill como nova CEO, a partir de abril de 2026.
Os setores de defesa (+0,9%), energia (+0,3%) e recursos básicos (+0,6%) seguiam no radar dos investidores, diante as ameaças renovadas do presidente dos EUA, Donald Trump, ao regime do líder da Venezuela, Nicolás Maduro, bem como expectativas para o encontro entre representantes americanos e russos em Miami para nova rodada de conversas sobre a paz no conflito do Leste Europeu.
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