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Ibovespa B3 fecha nos 182 mil pontos, impulsionada por Itaú e pressão das commodities
Publicado 05/02/2026 • 18:28 | Atualizado há 6 meses
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Publicado 05/02/2026 • 18:28 | Atualizado há 6 meses
KEY POINTS
O Ibovespa B3 encerrou esta quinta-feira (5) com leve alta de 0,23%, aos 182.127,25 pontos, em um pregão marcado por volatilidade, baixo ímpeto comprador e pressão vinda das commodities.
O índice chegou a oscilar entre ganhos e perdas ao longo do dia, refletindo um mercado ainda em compasso de espera após a correção mais forte da véspera. E impulsionado pelos resultados do Itaú.
Mesmo com o sinal positivo no fechamento, o desempenho foi contido, mostrando um movimento mais técnico de acomodação, sem força suficiente para retomar o rali recente.
Entre os papéis de maior peso, Vale foi um dos principais vetores de pressão negativa, com queda de 3,44%, acompanhando o recuo do minério de ferro no exterior. A fraqueza da commodity limitou um avanço mais consistente do índice.
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Do outro lado, ações ligadas ao mercado doméstico e à infraestrutura financeira ajudaram a dar algum suporte. B3 avançou 2,73%, enquanto Bradesco terminou praticamente estável. Ainda assim, o balanço geral do pregão mostrou seletividade elevada e pouca disposição para risco.
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Siga o Times | CNBCEntre as maiores altas do Ibovespa, MRV lidera com avanço de 6,85%, cotada a R$ 8,74. Seguida de de Vamos (+6,28%; R$ 4,40) e Cury (+3,71%; R$ 36,79).
Na ponta negativa, Braskem puxa as quedas com baixa de 4,56%, negociada a R$ 9. Na segunda posição está a Porto Seguro, com baixa de 3,73%, cotada a R$ 50,57.
No câmbio, o dólar comercial fechou com alta de 0,08%, a R$ 5,25, acompanhando a valorização global da moeda americana em um dia de queda do petróleo e do minério de ferro. O movimento também refletiu a postura mais cautelosa dos investidores diante das decisões de política monetária no exterior.
A agenda internacional carregada — com decisões de bancos centrais e indicadores de atividade — manteve os mercados em modo defensivo, limitando tomadas de posição mais agressivas.
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