CNBC

CNBCO boom da IA ​​acaba de encontrar dois novos vencedores: Goldman Sachs e JPMorgan Chase

Bolsa de Valores

Ibovespa fecha em alta de 0,51% com dados de inflação dos EUA

Publicado 14/07/2026 • 17:56 | Atualizado há 2 horas

KEY POINTS

  • Ibovespa avançou 0,51%, aos 176.641,10 pontos, com volume financeiro de R$ 21,8 bilhões.
  • Inflação americana abaixo das projeções reduziu apostas em uma alta de juros pelo Federal Reserve no curto prazo.
  • Analistas destacaram a queda dos rendimentos dos Treasuries, o fluxo estrangeiro e o petróleo como fatores relevantes para o pregão.

O Ibovespa fechou em alta nesta terça-feira (14), acompanhando o ambiente mais favorável no exterior após a divulgação de uma inflação ao consumidor abaixo do esperado nos Estados Unidos. O dado reduziu as apostas em uma alta de juros pelo Federal Reserve (Fed, o banco central americano) no curto prazo e melhorou o apetite por ativos de risco.

O principal índice da bolsa brasileira avançou 0,51%, aos 176.641,10 pontos, após oscilar entre a mínima de 175.742,87 pontos e a máxima de 177.179,10 pontos. O volume financeiro somou R$ 21,8 bilhões.

A bolsa ganhou força depois da divulgação do índice de preços ao consumidor americano, que mostrou uma inflação mais fraca do que a projetada. O movimento levou à queda dos rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos e favoreceu mercados emergentes, incluindo o Brasil.

Resultados acima das expectativas divulgados por grandes bancos americanos também contribuíram para o clima mais positivo nos mercados internacionais.

Leia também: Ibovespa fecha em queda com tensão em Ormuz e disparada do petróleo

Inflação dos EUA reduz pressão sobre juros

Em entrevista ao Times Brasil — Licenciado Exclusivo CNBC, Felipe Corleta, sócio da Brazil Wealth, afirmou que a inflação americana foi o principal fator para a melhora dos mercados nesta terça-feira.

Segundo ele, a leitura abaixo do consenso diminuiu a percepção de que o banco central americano poderia elevar os juros para conter a inflação. Taxas mais baixas nos Estados Unidos tendem a favorecer ativos de países emergentes ao reduzir a atratividade dos títulos americanos.

Corleta ponderou, no entanto, que a recente valorização do petróleo limitou uma reação mais forte das bolsas. Na avaliação do analista, investidores seguem preocupados com o impacto que uma alta persistente da commodity pode exercer sobre a inflação nos próximos meses.

Times Brasil - CNBC

Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.

Siga o Times | CNBC

A tensão entre Estados Unidos e Irã também permaneceu em foco. O mercado acompanhou sinais de uma possível redução das restrições à passagem de embarcações pelo Estreito de Ormuz, o que ajudou a conter parte da alta do petróleo ao longo do dia.

Leia também: Mercados reagem à inflação nos EUA: dólar cai para R$ 5,07 e Ibovespa se recupera

Fluxo estrangeiro favorece ativos brasileiros

Fernando Bresciani, analista de investimentos do Andbank, também atribuiu a recuperação do mercado à combinação entre a inflação americana mais fraca, a queda das taxas dos Treasuries e os resultados positivos dos bancos dos Estados Unidos.

Bresciani destacou ainda que o dado mais recente de fluxo mostrou a entrada de mais de R$ 1 bilhão de investidores estrangeiros no mercado acionário brasileiro em 10 de julho. Para o analista, o movimento representou um sinal positivo para os ativos locais.

O minério de ferro também avançou após dados da balança comercial chinesa indicarem aumento das importações da commodity e do carvão, além de exportações mais fortes de aço. O movimento ajudou ações ligadas ao setor de mineração.

Apesar do cenário externo favorável, o Ibovespa perdeu parte do fôlego ao longo da tarde. A trajetória do petróleo e os desdobramentos das tensões entre Estados Unidos e Irã continuaram limitando o apetite dos investidores.

Nos próximos pregões, o mercado deve acompanhar novos dados da economia americana, a temporada de balanços nos Estados Unidos e os sinais sobre a condução dos juros pelo Federal Reserve.

📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL:


🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais

🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562

🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube

🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings

Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no

MAIS EM Bolsa de Valores