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Bolsas europeias avançam com trégua entre Líbano e Israel e queda do petróleo

Publicado 04/06/2026 • 14:22 | Atualizado há 50 minutos

KEY POINTS

  • As bolsas europeias fecharam em alta com a atenção dos investidores voltada ao acordo entre Israel e Líbano e as oscilações nas negociações no Irã.
  • Segundo o LBBW, a atenção do mercado está voltada ao acordo entre o país norte-americano e o país persa.
  • A reunião do Banco Central Europeu (BCE) também está no radar dos agentes de mercado em meio às expectativas de mudança no ciclo monetário
Bolsas da Europa.

Pixabay

As bolsas europeias fecharam em alta nesta quinta-feira (4), com a atenção dos investidores voltada ao acordo entre Israel e Líbano e as oscilações das negociações de paz no Irã. A baixa nos preços do barril de petróleo e a negociação do cessar-fogo garantiram um alívio nas ações diante do receio inflacionário dos mercados, enquanto os papéis do setor de tecnologia foram afetados pela leitura negativa com os resultados da Broadcom.

Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,27%, a 10.360,32 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,48%, a 24.916,19 pontos. Em Paris, o CAC 40 ganhou 1,15%, a 8.244,29 pontos. Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,27%, a 50.174,36 pontos. Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,37%, a 18.243,50 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 perdeu 0 88%, a 8.919,68 pontos. As cotações são preliminares.

Segundo o banco alemão LBBW, o sentimento do mercado segue na expectativa de um acordo entre Estados Unidos e Irã e que as contínuas desilusões vinculadas ao impasse das negociações ainda não tiveram desdobramentos significativos.

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A reunião do Banco Central Europeu (BCE) também está no radar. A Fitch prevê alta nos juros e a KBC Bank vê essa decisão como algo “totalmente assimilado” nos valores. No noticiário macroeconômico, as vendas no varejo da zona do euro recuaram 0,4% em abril ante março, resultado ligeiramente pior que o esperado.

As ações da Rémy Cointreau subiram cerca de 10% após o grupo francês anunciar um plano de transformação, que pretende elevar o lucro operacional em cerca de 100 milhões de euros até 2029. A Jefferies destacou que os resultados vieram ligeiramente acima do consenso.

Na ponta negativa, a Universal Music recuou perto de 4,5% em Amsterdã após a venda da participação da Pershing Square, de Bill Ackman. A Nokia caiu cerca de 6%, na esteira da divulgação dos resultados da Broadcom, que pressionou parte do setor tech, enquanto o restante conseguiu estender ganhos no pregão, como a alemã SAP (+5,5%).

Entre bancos, o Commerzbank (+1,21%) permaneceu no radar após solicitar ao regulador financeiro da Alemanha uma revisão dos níveis de adesão da oferta de aquisição feita pelo UniCredit (+1 05%).

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