Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Preço do ouro e da prata caem em dia de Payroll e aumento de tensões no Oriente Médio
Publicado 05/06/2026 • 15:51 | Atualizado há 54 minutos
Nasdaq tem pior dia desde outubro do ano passado e a pior semana desde abril de 2025
Bitcoin despenca na semana e entra na casa dos US$ 60 mil; metade da máxima histórica
OpenAI cede a Trump e aceita revisão governamental de modelos de IA antes do lançamento
Guerra no Irã expõe fragilidade do petróleo e renováveis assumem posto de fonte segura
Conheça os fundos que mais lucraram com a volatilidade dos preços do petróleo em 2026
Publicado 05/06/2026 • 15:51 | Atualizado há 54 minutos
KEY POINTS
Foto: Canva
Os preços dos metais preciosos despencaram nesta sexta-feira (5), com o ouro recuando para a faixa dos US$ 4.300 por onça-troy e a prata voltando a ser negociada abaixo dos US$ 70. O movimento foi impulsionado pela valorização do dólar e pela alta dos rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos, em meio a expectativas de uma política monetária mais restritiva por parte do Federal Reserve (Fed) e ao aumento das incertezas geopolíticas no Oriente Médio.
Leia também: Nasdaq tem pior dia desde outubro do ano passado e a pior semana desde abril de 2025
Na Comex, braço de metais da Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), o contrato de ouro para agosto fechou em baixa de 3,1%, cotado a US$ 4.365,30 por onça-troy, acumulando perda semanal de 5%. Já a prata para julho caiu 6,6%, encerrando o dia a US$ 69,103 por onça-troy, com desvalorização de 9% na semana.
As perdas se intensificaram ao longo da sessão e ganharam força no fim do pregão, levando o ouro ao menor patamar desde dezembro de 2025. O cenário foi agravado após novas declarações de autoridades iranianas, que afirmaram que as negociações com os Estados Unidos seguem em estágio inicial e advertiram sobre a possibilidade de ampliação do conflito regional caso não haja avanços diplomáticos. A escalada das tensões favoreceu a moeda americana, reduzindo a atratividade dos metais preciosos.
Leia também: Bitcoin despenca na semana e entra na casa dos US$ 60 mil; metade da máxima histórica
Outro fator de pressão veio do relatório de emprego dos Estados Unidos. O Payroll mostrou a criação de 172 mil vagas em maio, resultado bem acima da expectativa de 85 mil postos. O dado reforçou a percepção de resiliência do mercado de trabalho americano e alimentou apostas de que o Fed poderá manter os juros elevados por mais tempo.
Analistas do TD Securities avaliam que os números aumentam a probabilidade de uma elevação das taxas de juros no início de 2027. Já as projeções monitoradas pelo CME Group indicam que o mercado passou a considerar maior chance de um aperto monetário ainda neste ano.
Para a Capital Economics, o banco central americano pode adotar aumentos preventivos nos juros até o fim de 2026 caso a atividade econômica e o emprego continuem mostrando força. A consultoria, porém, acredita que qualquer mudança na política monetária dificilmente ocorrerá antes de setembro.
Siga o Times Brasil no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Seguir no Google🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Mais lidas
1
Mega-Sena: por que não tem sorteio na noite desta quinta-feira (04)?
2
Dólar sobe e Ibovespa cai ante Payroll forte; mercado reprecifica juros nos EUA e no Brasil
3
JHSF inaugura shopping de luxo no interior de São Paulo
4
Novo tarifaço deve aumentar busca de investidores por Green Card e acelerar internacionalização de empresas brasileiras
5
Nvidia RTX Spark chegou com tudo, menos com preço acessível e um comprador em mente